Mudando de opinião

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Crescemos ouvindo os adultos, aproveitando deles conceitos e filosofia de vida. Alguns bons, outros – como aqueles sobre ética – ótimos e outros, bem … só o tempo para dizer se foram bons ou nem tanto assim. Estou me referindo à visão do homem do campo. Aqui, na Fronteira Oeste, quem não foi criado em campanha teve/tem um contato bastante estreito com o mundo campeiro.
A maioria já ouviu falar em inço, erva braba ou erva daninha, exemplo: mio-mio (pasto invasor nocivo ao gado); guanxuma, com o estudo mais aprofundado das ervas na natureza, a guanxuma foi salva da fama de só prestar para fazer vassoura depois que descobriu-se sua utilidade para controlar a hipertensão, ou como calmante e/ou como antisséptico. Bom, o que estou querendo dizer é que eu também pensava assim. Se a flor ou folhagem não fosse ornamental, daquelas superconhecidas eu a olhava de viés. Até que um dia formatei um TCC para um formando em Biologia, da URCAMP, (vou aproveitar e fazer meu comercial) sobre o desmatamento no Bioma Pampa e, então, tomei consciência das alterações que fazemos no meio ambiente. Algumas vezes provocamos o desaparecimento de algumas espécies; outras, inserimos espécies que acreditamos serem boas, mas que, no entanto, são nocivas. A partir desse trabalho comecei a olhar com mais atenção aquelas pequeninas florezinhas que encontramos ao caminhar no campo, ou até mesmo em jardins, elas podem trazer em suas ramas ou flores a cura para muitas doenças. Como essa, por exemplo, valente, corajosa, guerreira que nasceu no cordão da calçada, no calor de dezembro, quase sem água.

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