Cinco pessoas são presas por abigeato em ação coordenada pela nova delegada

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A Polícia Civil, com o apoio da Brigada Militar, efetuou a prisão em flagrante dos abigeatários, em Quaraí, onde mantinham uma espécie de frigorífico clandestino na propriedade

Empossada há menos de um mês, como chefe da 12ª Delegacia Regional da Polícia Civil de Sant’Ana do Livramento, a Delegada Patrícia Sanchotene Pacheco vem atuando forte no combate aos crimes de abigeato na região. Com larga experiência na área, já no dia da sua posse ela deixou bem claro, com o lançamento de um número específico para comunicação deste tipo de crime, que esta seria a sua área de atuação. E, é justamente isto que a delegada vem fazendo com apoio dos policiais da regional.
Este trabalho já rendeu os primeiros frutos, quando na tarde de quinta-feira (13), ela coordenou, pessoalmente, uma ação que culminou na prisão de uma quadrilha de 5 abigeatários conhecidos na cidade de Quaraí. A operação que contou com a participação de policiais civis e da Brigada Militar do município vizinho ocorreu na localidade conhecida como Toca do Tigre onde funcionava uma espécie de abatedouro clandestino.

Cinco homens foram presos na ação coordenada por Patrícia (Foto: Divulgação/PC)

Durante a ação, os policiais encontraram freezers com grande quantidade de carne, armas e munições. Além de uma estrutura de abate e corte dos animais furtados. Segundo a delegada, o grupo realizava furtos de animais na redondeza, desossava e vendia. “Nós conseguimos essa importante prisão graças à colaboração de informações que nos repassaram. Eles tinham uma estrutura bem organizada para fazer tudo muito rápido. Desde o abate à queima de partes dos animais como graxa e cabeça. Já o couro era molhado e dobrado em várias partes, para dificultar a identificação da marca dos animais. Foi uma prisão muito importante e será a primeira de muitas em nossa região” destacou.
Quatro homens e uma mulher foram presos e encaminhados para a Delegacia local, eles irão responder por receptação animal, formação de quadrilha e posse ilegal de armas.

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Sempre fui meio “fora da casinha”. Para os conservadores, uma disfuncionada precisando de ajuda psicológica; para outros, adiante do meu tempo. A história está aí