América Latina ao redor do fogo

Trio de Parrilleros da fronteira participaram do encontro internacional no Chile

A arte do assado foi o tema principal da primeira edição da “Cumbre Internacional de Parrilleros en La Serena”, no Chile, que aconteceu entre os dias 29 de janeiro a 2 de fevereiro com representantes do Brasil, México, Argentina, Chile, Bolívia, Colômbia, Paraguay e Uruguay.
La Serena é uma cidade da província de Elqui, localizada na Região de Coquimbo, no norte do Chile, e é conhecida por ser um importante destino turístico daquele país.
O encontro aconteceu no Parque Pedro de Valdivia e foi promovido pela Associação Chilena de Parrilleros em conjunto com a Confederação Latino-Americana de Assadores com a intenção de difundir e promover a culinária ancestral à base de fogo, lenha e carvão, nacional e internacionalmente, gerando assim a união entre os amantes da churrasqueira em todas as suas formas. Durante os dias do evento, mais de 2 mil pessoas estiveram conhecendo os diferentes tipos de assado dos países que enviaram seus representantes.
O trio de assadores: Lorena Lacava, de Sant’Ana do Livramento, Enrique Puentes e Felipe Rodriguez, de Rivera, estiveram representando o Uruguai no encontro e divulgando a culinária e o turismo do país vizinho. Para a médica veterinária santanense, Lorena Lacava, criadora do projeto “Churras das Gurias” esta foi uma grande oportunidade de divulgar o jeito fronteiriço de fazer assado além de poder conhecer e trocar experiências com outros parrilleros da América Latina.
“Nós não fomos até o evento concorrer, mas sim divulgar a culinária uruguaia e vender a comida uruguaia também, no evento que era aberto ao público. Eu e o Enrique tivemos a honra de palestrar no evento, na oportunidade falei sobre a qualidade de carne e os fatores que influenciam num bom assado. Já o Enrique falou sobre a parte de turismo no Uruguai e seus programas e eventos turísticos. Na oportunidade, também, nós três fizemos uma oficina de parrilla uruguaia que se chama “taller”. Foi uma experiência muito boa, principalmente porque nós conseguimos ter uma boa interação com o público onde as pessoas vinham perguntar da comida e nós falávamos um pouco do Uruguai e da vivência na nossa fronteira que é bastante peculiar e despertou muita curiosidade nos participantes de outros países”.

Grupo Aplateia

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