Presidente do 14 de Julho rebate críticas sobre sua gestão

Em entrevista, Mercedes Cunha deu declarações sobre sua forma de administrar o clube

A presidente do Esporte Clube 14 de Julho, Mercedes Cunha, respondendo aos opositores de seu trabalho no comando do clube, em entrevista, destacou a sua intermediação na conversa com chineses e a importância de manter o contato fluindo: “Existe, hoje, uma oposição à presidente e aos dirigentes da atual gestão do clube 14 de Julho. Temos grandes projetos, eu, como presidente, não tomarei conhecimento desta oposição, o futebol profissional ainda segue em estudos para o seu retorno. O clube não foi excluído da sondagem chinesa e não tem intermediário, eu, pessoalmente, falo com os chineses uma vez por semana. Gostaria de perguntar: onde está a oposição que não criou uma chapa há um ano para disputar comigo?
Sobre o assédio chinês, a presidente informou que estão sendo realizadas intensas negociações: “Gostaria de saber onde estavam os opositores quando precisávamos; onde tem dinheiro envolvido, têm oportunistas. Não temos vínculo da China com o Fronteira Esporte Clube. Estamos com grandes projetos para o futebol profissional. Uma grande reclamação é sobre o clube ter encerrado as atividades profissionais e ter somente piscina, como alguns dizem. Eu, quando ainda era da comissão, seu Hilário Nicolini realizou esta obra (a piscina) que serviria para sustentar o futebol do clube. Quero esclarecer que eu sou quatorzeana de coração, sou muito leal ao clube. Hoje, o clube possui dívidas imensas, precisamos de um apoio de empresários e da população para reerguemos o clube”.
O diretor do Departamento de Futebol, Adriano Silveira Trindade, também destacou alguns pontos: “Estamos investindo no futuro das crianças do clube com o projeto Leão do Futuro. Para termos futebol profissional seria necessário iniciar uma pré-temporada. A folha salarial para termos somente uma equipe, sem nenhuma estrela no elenco, custaria ao clube aproximadamente R$ 250 mil/Mês. Precisamos do apoio da comunidade. Hoje, o clube não tem como voltar com futebol profissional. São necessários sócios e também investimento”, conta.

Grupo Aplateia

Adicionar Comentário