A nota foi assinada pelo advogado Chandler Costa, em nome da banca que atua na defesa, composta também por Richard Noguera e Andrea Rodrigues. No documento, os advogados descrevem o caso como uma situação de forte impacto familiar e mencionam o contexto vivido por pessoas próximas ao réu.
A defesa também faz referência ao princípio da intranscendência da pena, previsto na Constituição Federal, segundo o qual a sanção não deve ultrapassar a pessoa do condenado, ressaltando a importância de se considerar esse aspecto na exposição pública de casos criminais.
Além disso, os advogados informam que o processo ainda não transitou em julgado e que já foi interposto recurso contra a decisão do Tribunal do Júri. A defesa também indica que pretende adotar outras medidas judiciais no caso.
O julgamento, realizado pelo Tribunal do Júri de Sant’Ana do Livramento, resultou na condenação do réu a 30 anos de reclusão, em regime fechado, além do pagamento de indenização à vítima.
