Após a publicação de manchete pelo Jornal Folha de São Paulo sobre “onda anti-Argentina”, o ex-governador do Rio Grande do Sul expôs a sua opinião na rede social:
O quadro, aparentemente, é de depressão psicótica. Ocorre quando o indivíduo assume, no seu cotidiano, posturas irracionais em sequência, que lhe fazem desconfiar até da própria sombra. É o momento em que o Transtorno se encontra com o demônio da culpa: quando este está à solta, ele (o demônio) se torna ainda mais perigoso e delirante; quando está preso (ou internado) é normal que comece a soluçar em surtos . Na versão popular é o seguinte: os caras que incorporam o mal nas suas consciências alienadas, que não tem misericórdia com os fracos, os doentes, os pobres, os excluídos, os famintos, encontram seu inferno ainda em vida. Uma coisa é detestar e até mesmo perseguir criminosamente adversários, como fazem os autoritários de direita, tradicionalmente; outra é transformar a política num lastro necrófilo que prepara genocídios. Não existe uma “onda” anti-Argentina, em termos globais, mas apenas o início de uma resistência antifascista, democrática e republicana, que hoje tem a liderança de Lula e Sanchez, nos seus respectivos Continentes. Parece que a maioria do povo dos EUA começa a se alinhar nesta mesma direção. A derrota de Trump nas eleições intermediárias não resolve, mas melhora as condições para a luta contra a nova tirania fascista, hoje siamesa do ultra liberalismo. Uma mudança importante será a derrota eleitoral de Trump, nas eleições presidenciais, que certamente irá colaborar, pelo menos para a retomada de um diálogo diplomático com vistas a uma maior influência da ONU, para conter os genocídios como em Gaza. E perseguir a paz! Milei é apenas uma pulga adoentada, nos rastros de um Século mutilado pelo retorno distópico da epidemia nazifascista!
Fonte: Redes sociais/@tarsogenro
