sex, 29 de agosto de 2025

Variedades Digital | 23 e 24.08.25

De Lá, Pra Cá | Nem te conto!

O BBB está a toda. Como é interessante bisbilhotar a vida alheia. E comentar, então? Tentador. Definir quem é mocinho e quem é vilão, emitindo empoderadas opiniões sem a presença da vítima? Saboroso. Mas não condeno ninguém. Sem a fofoca, talvez nós, seres humanos, não estaríamos aqui hoje. Diz a ciência que a tal da fofoca teve um papel fundamental na evolução do ser humano como o ser extremamente social que é, vivendo em grandes bandos em uma complexa organização social e política.
Bem sabemos que animais se juntam em grupos para a melhor preservação da espécie. A proteção contra predadores é maior, a caça é mais fácil, cuidar dos filhotes nem se fala, e informações sobre o cotidiano também são importantes para um melhor funcionamento. Assim, desenvolvem mecanismos para que isso aconteça. Para nós, humanos (também animais, lembremos), a linguagem sofisticada que desenvolvemos não teria como não ser nossa principal arma.
Outros primatas caçam carrapatos das costas uns dos outros, estreitando relações sociais e liberando ocitocina, o “hormônio do amor”. De acordo com o antropólogo Robin Dunbar, a fofoca é a nossa “catação” – promove a conexão entre os humanos, também liberando boas doses de ocitocina. Alguns macacos informam sobre a presença de predador usando diferentes sons vocálicos, e observam o comportamento alheio também para punir os que causam perturbação ou prejuízo, enquanto nós “cancelamos” ou fazemos Boletim de Ocorrência – cada coisa na sua escala. Mesmas funções, mesmo objetivo: a conexão entre os pares, puramente para sua preservação.
É assim que, na pré-história, se sabia a reputação de quem nos acompanhava numa colheita – vá que o “cara” saísse com todos os grãos… É assim que as notícias se espalhavam antes dos meios de comunicação. É assim que hoje tentamos saber se é seguro estar na companhia de X, deixar que Y cuide de seus filhos, ou fazer negócios com Z.
A sociedade evoluiu, e a fofoca junto com ela. Hoje, não deixa de ser mecanismo de controle social, mantendo as pessoas dentro de um padrão. Também já chegamos ao ponto de poder nos dar ao luxo de distinguir o que pode ser prejudicial ou não para nossos iguais. E, por fim, quem sou eu, além de uma também primata, para determinar se resistimos ou não àquela suculenta história na nossa frente – se nos deixamos levar por um DNA programado, ou se conduzimos nossa história a uma real evolução.
Até a próxima. Vou meditar… ou dar uma espiadinha na “casa mais vigiada do Brasil” – ainda não sei.

Deputado Zucco cumpre agenda em Santa Catarina para conhecer boas práticas de gestão

O líder da oposição na Câmara dos Deputados, deputado federal Zucco (PL), esteve nesta quinta-feira (28) em Florianópolis (SC), onde participou de uma série de reuniões e encontros institucionais com autoridades estaduais e parlamentares. A iniciativa faz parte de um movimento do parlamentar para conhecer de perto boas práticas de gestão adotadas em diferentes unidades da federação. Experiências semelhantes já

11 años a la cárcel el brasilero que asesinó al hombre de 33 años en Rivera

El mismo fue detenido por parte de efectivos de la URP de la Policía de Rivera Finalmente en horas de la tarde de este jueves 28 de agosto se llevó adelante la respectiva instancia judicial en la cual la Justicia uruguaya condenó mediante acuerdo abreviado al hombre de nacionalidad brasilera de 22 años de edad, que en la madrugada de