seg, 15 de julho de 2024

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Morning Call: mercados iniciam semana sem direção única – por Germano Rigotto

Os futuros do índice Nasdaq 100 operam em leve alta, enquanto as ações asiáticas encerraram sem direção única, com os investidores avaliando uma retração nos rendimentos da dívida americana neste início da semana.

Os contratos do S&P 500 e os recém abertos mercados europeus operam no negativo, depois que as ações asiáticas registraram um desempenho misto, com as ações chinesas se recuperando e as japonesas caindo.

A lira turca despencou até 15% e as ações caíram, depois que o presidente Recep Tayyip Erdogan removeu o terceiro chefe do banco central do país em menos de dois anos. A Turquia afirmou que continuará a se manter no livre mercado e em um regime de câmbio flutuante, ou seja, sem o controle sistemático do governo.

O rendimento de 10 anos do Tesouro dos EUA caiu para 1,66%, após atingir as máximas em cerca de 14 meses, no entanto, uma lista de leilões agendados para esta semana, pode ser um catalisador para um novo aumento nas taxas.

As preocupações dos investidores de que uma recuperação econômica mais forte poderia levar a uma inflação mais alta que a projetada, estão dominando os mercados de ações e títulos. Alguns suspeitam que pressões de preços podem forçar o Federal Reserve a apertar a política monetária mais cedo do que a orientação atual sugere.

O presidente do Fed, Jerome Powell, reiterou em um editorial do Wall Street Journal que o banco central fornecerá ajuda à economia “pelo tempo que for preciso”. O presidente do Fed de Richmond, Thomas Barkin, disse em uma entrevista à Bloomberg TV no domingo que ainda não há sinais de pressões inflacionárias indesejadas.

Claramente, o mercado está cético de que o Fed consiga manter as taxas de juros nos níveis atuais pelos próximos três anos, logo é possível que os rendimentos nominais dos títulos ainda possam disparar no curto prazo em direção aos 2%, devido às preocupações com a inflação.

A equipe econômica do presidente Joe Biden na Casa Branca está determinada a cumprir sua promessa de campanha de aumentar os impostos sobre os ricos, encorajada por dados acumulados que mostram como os ricos se saíram financeiramente durante a pandemia nos EUA.

Com o endurecimento da oposição republicana e do lobby empresarial aos planos fiscais do governo, os democratas precisam decidir o quão ambiciosos devem ser ao tentar reformular o código tributário, no que deve se confirmar como um projeto de lei autônomo. Entrevistas com altos funcionários da Casa Branca, mostram que há uma confiança crescente de que as evidências do aumento da desigualdade se traduzirão em amplo apoio popular à estratégia de taxar os mais ricos.

O próprio Biden se convenceu da necessidade, dizendo na semana passada que aqueles que ganham mais de US $ 400.000 podem esperar pagar mais impostos.

Por aqui, sob o risco de desabastecimento de medicamentos, oxigênio e dispositivos médicos no enfrentamento da pandemia de covid-19, o Ministério das Relações Exteriores (MRE) iniciou contatos no exterior para facilitar a compra de insumos médicos que compõem o chamado “kit-intubação”, essencial para o cuidado de pacientes internados com covid-19 e em escassez na rede de saúde.

O Ministério da Saúde já havia solicitado à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), na última quinta-feira, 18, a realização de uma consulta internacional sobre a disponibilidade dos principais medicamentos de intubação, para verificar a possibilidade da compra dos produtos do exterior. Em seguida,o próprio Ministério das Relações Exteriores foi acionado.

O risco de desabastecimento levou a Anvisa a publicar uma série de medidas na última sexta-feira, 19.

Terra sem-lei

Certamente você já ouviu falar na expressão “terra sem-lei”. A expressão refere-se a um lugar onde todos fazem o querem, sem pensar nas consequências, o que não é o caso do Brasil. O exemplo claro disso é a decisão, desta semana, do juiz Everton Padilha Soares, do Juizado Especial Cível da Comarca de Sant’Ana do Livramento. O magistrado condenou o

Agilidade para liberar renegociação

Só depende de votação do Senado Federal a criação de um REFIS para os débitos contraídos pelos partidos políticos brasileiros em razão de descumprimento de obrigações referentes a prestações de contas, cumprimento de prazos ou ainda por eventual uso indevido de recursos de fundos partidário ou eleitoral. A Câmara dos Deputados já aprovou a PEC que propõe o refinanciamento de