qui, 18 de julho de 2024

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Iniciativa prevê colocação de contêineres para coleta de lixo nas áreas rurais

O projeto, apresentado via Conselho Municipal de Meio Ambiente, já está em discussão no Executivo Municipal e prevê a compra de 20 contêineres de metal para a coleta de resíduos em pontos estratégicos

Uma demanda antiga dos produtores rurais do município é a questão da falta de recolhimento de lixo doméstico na área rural. Pela falta de lixeiras e sem pontos de recolhimento adequados, os moradores do interior do município são forçados a trazer os resíduos em seus próprios veículos para serem descartados na coleta seletiva urbana. Existem também aqueles maus exemplos, de pessoas que acabam descartando lixo em locais inapropriados como córregos e matas ciliares e por consequência poluindo o meio ambiente.
Esta é uma situação bastante complexa que há vários anos vem sendo discutida nos bastidores, onde algumas iniciativas já foram tomadas como é o caso do “Projeto Campo Limpo” capitaneado pela Associação Rural de Livramento com o apoio de produtores rurais que visa a colocação de lixeiras, como a estrutura que foi instalada pela Estância Carcávio no entroncamento da estrada Robledo Braz no acesso à estrada que leva a São Leandro e Carcávio.

Só que apenas a colocação das lixeiras não é suficiente, pois o recolhimento precisa ser contínuo, e principalmente a população precisa se conscientizar e depositar apenas lixo doméstico e não outros resíduos como eletrônicos, móveis e produtos agropecuários.
Após receber várias provocações dos produtores sobre o tema, a reportagem do Jornal A Plateia conversou com o Secretário Municipal de Agricultura, Roberto Braz. Ele informou que o executivo já está trabalhando nesta pauta apresentada pelo Conselho Municipal de Meio Ambiente, e inclusive já possui um projeto para a aquisição de containers para essa finalidade.
Embora a empresa responsável pela coleta seletiva urbana realize a remoção dessas matérias dentro do seu cronograma mensal, a ideia é expandir para outras áreas e espalhar cerca de 20 contêineres nos principais acessos do interior, proporcionando assim um recolhimento mais eficiente.

Segundo o atual presidente do Conselho Municipal de Meio Ambiente, Leonardo Alonso, a proposta é utilizar os recursos disponíveis na conta do Fundo Municipal do Meio Ambiente, verba específica para este tipo de projeto. Ainda na gestão passada, a iniciativa foi apresentada ao Executivo solicitando, inclusive, um estudo apontando os locais onde os contêineres seriam instalados, bem como a fundação para colocação da estrutura e logística de recolhimento. Segundo Alonso, o Município chegou a fazer uma licitação para a compra do material, mas o resultado foi: licitação deserta. “Como nós acreditamos que esta seja uma demanda muito importante, nós apresentamos ainda em dezembro esta proposta para a prefeita Ana Tarouco, e recentemente tivemos uma reunião para tratar sobre isso onde estiveram presentes os representantes do Conselho e do governo. Agora cabe ao Executivo dar os devidos encaminhamentos. Porque no Conselho o valor para a compra já foi aprovado” – disse.
Sobre a qualidade do material que deverá ser adquirido, Leonardo Alonso comenta que as estruturas especificadas no projeto são de metal por sua maior durabilidade e por serem compatíveis com os caminhões da coleta seletiva, o que durante a operação de retirada dos materiais dará maior agilidade e segurança ao trabalho. O projeto autoriza a compra de 20 contêineres.
A proposta agora está sendo estudada pela atual gestão, que deverá apontar quais os pontos onde as estruturas serão colocadas; confecção de placas educativas e realização a logística da frequência de recolhimento.

Lorenzoni e Camozzato oficiam MP de Contas sobre projetos do governo que reestruturam carreiras

Os deputados Rodrigo Lorenzoni (PL) e Felipe Camozzato (NOVO) protocolaram na tarde desta quarta-feira (17), no Ministério Público de Contas do Estado do Rio Grande do Sul, ofício alertando o Procurador-Geral Ângelo Borghetti sobre possível manobra fiscal imprudente e gestão temerária por parte do governador Eduardo Leite.   A decisão de recorrer ao MPCRS foi tomada após os deputados conhecerem