qui, 18 de julho de 2024

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Campanha de vacinação contra febre aftosa termina nesta sexta-feira no Estado

A campanha de vacinação contra a febre aftosa no Rio Grande do Sul se encerrará nesta sexta-feira (24). O prazo original era o dia 14, mas foi prorrogado pelo governo federal e anunciado pelo secretário da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural, Covatti Filho, na semana passada. Em todo o Estado, a expectativa é de que 12,6 milhões de animais sejam imunizados, entre bovinos e bubalinos de todas as idades. “É muito importante a mobilização do produtor rural nesta reta final da campanha, para garantir a imunização do rebanho, sempre seguindo as recomendações para prevenir o contágio pelo coronavírus”, reforça o secretário.

Para evitar aglomerações nas inspetorias locais e deter o avanço da pandemia do novo coronavírus no Rio Grande do Sul, os produtores podem enviar os comprovantes de vacinação por e-mail ou WhatsApp. A lista com os e-mails das inspetorias locais de defesa agropecuária pode ser consultada aqui. O número de WhatsApp da inspetoria é o mesmo do telefone fixo. O prazo para a apresentação de notas ficais de compra de vacinas contra a febre aftosa foi prorrogado até 30 de abril.

A campanha de vacinação, que ocorre tradicionalmente em maio, foi antecipada como parte da estratégia do Estado para ser declarado pelo Mapa como livre de aftosa sem vacinação, a fim de obter, num segundo momento, o reconhecimento internacional dessa condição pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE). Até o momento, no Brasil, apenas os estados de Santa Catarina e Paraná conquistaram o status sanitário de zona livre de aftosa sem vacinação.

Lorenzoni e Camozzato oficiam MP de Contas sobre projetos do governo que reestruturam carreiras

Os deputados Rodrigo Lorenzoni (PL) e Felipe Camozzato (NOVO) protocolaram na tarde desta quarta-feira (17), no Ministério Público de Contas do Estado do Rio Grande do Sul, ofício alertando o Procurador-Geral Ângelo Borghetti sobre possível manobra fiscal imprudente e gestão temerária por parte do governador Eduardo Leite.   A decisão de recorrer ao MPCRS foi tomada após os deputados conhecerem