qua, 19 de junho de 2024

Variedades Digital | 15 e 16.06.24

Grupo de Escoteiros Duque de Caxias participa de atividade na Ferrovia do Trigo

Junto a eles, esteve o Grupo de Escoteiros Rastreadores de Portão, onde percorreram 50km de aventura e superação

Entre os dias 7 e 9 de setembro, o Grupo de Escoteiros Duque de Caxias de Santana do Livramento participou de uma atividade de superação e aventura. O grupo composto por 21 participantes juntamente com o Grupo de Escoteiros Rastreadores de Portão, seis chefes e seis sêniors percorreram a Ferrovia do Trigo.
A Ferrovia do Trigo é um dos trekkings mais clássicos do Rio Grande do Sul. Ao longo de quase 50km, passa por quatro cidades (Guaporé, Dois Lajeados, Vespasiano Correa e Muçum), cruza dezenas de túneis que chegam a ter até dois quilômetros, e percorre 21 viadutos, entre eles o Viaduto 13, considerado o maior férreo da América do Sul.
No sábado (8), à noite, tiveram o Fogo de Conselho, uma cerimônia mística realizada em quase todos os acampamentos. Conta com apresentações artísticas e também é um momento de reflexão.
Na oportunidade, receberam a conclusão do nível básico, uma conclusão de progressão. Muitos concluíram progressões para chegar até Escoteirso da Pátria, o grau máximo dentro do ramo Sênior. Os chefes passam por três etapas de progressão. O primeiro é o curso preliminar, onde aprende o básico do que é o movimento escoteiro, para que comecem a realizar as atividades.
Dentre as categorias, de 6 a 10 anos estão os Lobinhos, de 11 a 14 os Escoteiros, de 15 a 18 os Sêniors, de 18 a 21 os Pioneiros e a partir dos 21 anos começa a preparação de adultos voluntários para se tornar chefe.
De acordo com Rafael Ribeiro, chefe dos escoteiros de Livramento, essa atividade alcançou um nível bem acima do que outros grupos. Todo recurso arrecadado para o desafio foi através de doações de empresas que patrocinaram comprando espaço em um banner.

“Fiquei com o coração cheio de emoção de ver o relato dos jovens, deles contarem o que passaram lá. A questão da superação física, a questão da dor, do cargo da mochila que tiveram que carregar durante 50 km, da união deles que se formou, da fraternidade e irmandade”, destaca Rafael.

(Fotos: Cedidas)

Por: Lauren Trindade – laurentrindade@jornalaplateia.com

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