dom, 11 de abril de 2021

Jornal A Plateia Digital - 03.04.2021

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“O principal foco será tornar a associação mais brasileira”

diz Eduardo Soares ao assumir presidência da ABHB
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O médico veterinário santanense Eduardo Soares foi eleito no dia 29 de março como novo presidente da Associação Brasileira de Criadores de Hereford e Braford, entidade que possui 60 anos de fundação. O sócio-proprietário da Estância Carcávio diz que o desafio é enorme e que irá trabalhar para dar seguimento à expansão das raças. “Recebo este desafio com muita responsabilidade porque esta entidade possui mais de 60 anos, e a raça Hereford tem mais de um século dentro do nosso país onde muitos nomes importantes foram presidentes dessa associação. É uma responsabilidade importante suceder a todos eles”, disse.
Sobre as diretrizes do trabalho à frente da associação, destaca que o foco será manter a mesma linha, pois nas três gestões anteriores o pecuarista santanense fez parte da diretoria da associação. “O principal foco é seguir a mesma linha de pensamento que vinha se fazendo na gestão do Luciano Dorneles, mas com o objetivo de tornar a associação mais brasileira. Porque nós temos a sede em Bagé, onde tudo iniciou, e termos o maior número de criadores e criatórios no Rio Grande do Sul”.
O presidente disse ainda que dentro dessa visão de expansão das raças estará o fomento de exposições fora do RS, em estados onde a associação já está presente. “Queremos desenvolver um projeto de fomento das genéticas Hereford e Braford e para o Programa de Certificação de Carne onde tenham novilhos disponíveis para a gente credenciar novos frigoríficos”, explicou, destacando que outros objetivos são aumentar a venda de terneiros e do rebanho em nível de país com foco na comercialização de sêmen das duas raças.
Sobre as perspectivas para as raças ,nos próximos anos, Eduardo Soares diz que são as melhores, haja vista que no ano de 2020, em pela pandemia, elas tiveram seus recordes de comercialização. “Dentro deste cenário, as raças tiveram mais de 50% de crescimento nos valores. Esses resultados mostram que nós temos raças muito boas para trabalhar, que são produtivas e que se adaptam muito bem aos sistemas de produção mais variados que existem”.

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