sáb, 27 de fevereiro de 2021

Jornal Sábado e Domingo 20.02 e 21.02.2021

Última Edição

A vacina

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O Estado de São Paulo, na figura de seu governador João Dória, não sai da mídia por causa da vacina Coronavac, feita na China. De roldão, entra na história o renomado Instituto Butantã, órgão estadual considerado, até pouco tempo, de ilibada conduta, referência mundial por suas vacinas eficazes. O site da WHO – World Health Organization – conhecida entre nós por OMS, ou Organização Mundial de Saúde – em sua publicação de 31 de dezembro de 2020 diz o seguinte: “Hoje existem vacinas disponíveis para proteger contra pelo menos 20 doenças, como difteria, tétano, coqueluche, influenza e sarampo. Juntas, essas vacinas salvam a vida de até 3 milhões de pessoas todos os anos. Os especialistas em regulamentação reunidos pela OMS de todo o mundo e as próprias equipes da OMS revisaram os dados sobre a segurança, eficácia e qualidade da vacina Pfizer / BioNTech, contra o coronavírus, como parte de uma análise de risco versus benefício. A revisão concluiu que a vacina atendeu aos critérios obrigatórios de segurança e eficácia estabelecidos pela OMS, e que os benefícios do uso da vacina para tratar o COVID-19 compensam os riscos potenciais”. Naturalmente, referindo-se à vacina americana.
Bom, já passou o tempo (pelo menos para mim) em que se tomava remédio sem saber o que era, e para o que era. Até mesmo porque a OMS ficou bastante desacreditada com informações passadas à população quando do início da pandemia. Aliás, diga-se de passagem, o efeito pandêmico foi maior em função dos danos psicológicos provocados pelas fake knews, pela reação histérica das pessoas e pela explosão de depressão, pelo menos na minha opinião – que fique claro. Entendam, em momento nenhum eu disse ou digo que o vírus não é letal, longe de mim dizer tamanho absurdo. É letal, sim. E oportunista. Isto é, atinge a todos, mas os mais vulneráveis são os que já possuem comorbidades – palavra muito ouvida e lida ultimamente que significa associação entre duas ou mais doenças, ao mesmo tempo, em uma pessoa.
Ainda tem a vacina AstraZeneca produzida por esta empresa farmacêutica britânica, desenvolvida nos laboratórios de Oxford, que no Brasil, está sendo testada pela FIOCRUZ (Fundação Oswaldo Cruz), desde o dia 22 de junho.
E foi dada a largada. E fica a pergunta: elas (as vacinas) vieram para nos salvar ou serviremos de cobaia estimulando a circulação de milhões de dólares tornando a indústria farmacêutica mais rica?

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