Em busca do Santo Graal

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A idade é uma droga no que tange ao aspecto físico, vamos ficando flácidos, lentos, desbotados, “crocantes” porque dói tudo e estala tudo, mas tem o seu lado positivo. Como tudo. Prestamos mais atenção nas flores e na natureza de uma forma geral; deixamos de lado alguns recalques que, com o passar dos anos, se tornaram ridículos. Ouvimos mais nossos semelhantes, mesmo que isto signifique ouvir mais besteira. Observamos mais a nAós mesmos, em todos os A com o fisiculturismo…). Cuidar mais da minha aparência e sonhar! Sonhar. HAá uma música do Belchior cantada pela Elis Regina que diz: “viver é melhor que sonhar”. Será? Às vezes, prefiro apenas sonhar e não me ferir. Covardia?
E, é claro, estou falando com pessoas experientes. Nada a ver com os jovens cheios de sonhos utópicos, cheios de esperança, de hormônios, etc, etc, etc. Falo com pessoas que já tiveram alguma experiência nos relacionamentos amorosos. Gente que procurou ao longo de sua vida a pessoa ideal, o príncipe (ou princesa) encantado.
Não vale mentir!
Daí encontra (ou pensa que encontrou): Uauu… ele (ou ela) é tudo o que eu queria, acho que agora eu consegui: é ele (ela). Lindo(a), inteligente, sensível, tem todos os requisitos, mas droga, lá vem a droga do “mas”, dura uma fração de segundos… kkkk. Sim, porque as relações são relâmpagos, durar de janeiro a março é um recorde, e as que duram mais de uma década foram trituradas, engolidas, ruminadas, despedaçadas e… Continuamos em busca do Santo Graal! Bom, ninguém falou que o encontro seria nessa encarnação, né?
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Para não ser injusta vou aos poucos falando sobre algumas pessoas que fizeram parte do meu “currículo” escolar e do trabalho que ainda conservo em minha lembrança com muito carinho: Ilza Zacouteguy – querida amiga: privilegiadas são as pessoas que cruzaram teu caminho, eu sou uma delas. Tomás Irineo da Luz Pereira, quem diria que após trocentos anos eu iria encontrar este “primo” que foi meu colega no Estadual. Adiles Adenir, colega maravilhoso da Agência Central. Elvasi Maristela Reis, a Nuki – só de lembrar daquele rosto sempre sorridente já começo a rir e a sentir saudades das nossas aulas em Sapucaia do Sul. Flávio Ferreira, pura alegria e simpatia. Um abraço a vocês todos que um dia cruzaram meu caminho agregando amor e calor humano aos meus dias.
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Também quero dar o meu adeus a minha prima Marlú Carvalho Simões – a quem as palavras que conheço seriam poucas para defini-la e demonstrar o quanto eu a queria bem. Vai em paz, minha prima. Espero um dia te reencontar.

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