Eita vida boa!

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Há alguns anos uma pessoa muito chegada a mim disse: O que? Voltar para Livramento? Estás regredindo! Só que para mim era um sonho, um objetivo. E eu voltei, há cinazQuem já foi embora e se aquerenciou em outros pagos, leva apenas a saudade dos belos e saudosos tempos aqui passados. Diferente de quem foi, viu e voltou e teve a oportunidade de valorizar ainda mais esta querência.
Qual a razão disso tudo? Para mim é como viver em um sonho. Aos 70 anos tenho dois empregos – ambos traduzem minhas aspirações (o mundo das letras – o Jornal A Plateia e o da matemática – a loja de peças de meus sobrinhos onde trabalho no financeiro), sou rodeada de pessoas que me incentivam, me apoiam e cuidam de minha vida e saúde sem esperar nada em troca, apenas o meu sucesso.
Deixei para trás filhos, casa e a capital, aquela que traz tanta fantasia aos jovens e aspirantes a um futuro promissor. Para mim, nunca foi esta fantasia, foi apenas uma necessidade.
Sant’Ana do Livramento é minha alegria, minha paz, meus amigos, minha vida social. Pessoas como meu neto adotivo Rodrigo, que dificilmente passa um dia sem me ligar para saber como estou. Meus colegas da Plateia que ao me verem, me abraçam com uma alegria contagiante – Matias Moura e Washington Pereira. Há pouco, a minha vizinha Paula, a quem eu não via há alguns dias veio me trazer alguns quitutes feitos por ela mesma. Sabem aqueles doces caseiros que só de olhar dá água na boca? Por mais que isto aconteça sempre me surpreendo agradavelmente com estes gestos. No sábado, eu estava tranquila, em casa, até meio chateada, vendo filme, quando recebi um convite das minhas colegas e amigas – Márcia e Bruna – para ir tomar um mate com elas. Não sei se vocês entendem, são pequenos gestos (mas eu considero um grande gesto), que fazem os nossos momentos. Minha amiga-irmã Cláudia sempre me ligando, querendo saber como estou. Minha tia Maria, embora cega, sempre se preocupando comigo. Minha sobrinha-filha Daniela – ehehehe – essa me arrasta e obriga a não me entregar ao peso dos anos. Minha amiga-irmã Luisa Larruscahim sempre me regala uns doces de figo feitos pela Mamãe Formiguinha que são de comer rezando!
E querem que eu emagreçaa…. pooodeeee!
E ainda acham que aqui não é o paraíso?
Como não me sentir feliz!!!

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