Secretário da Fazenda articula medidas para não atrasar salários na Prefeitura

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Uma reunião com o presidente da Câmara, Jeferson Rolim tentará negociar um repasse menor ao Legislativo, com anuência dos vereadores

A crise financeira vivida pelo município vem se agravando nas últimas semanas, em virtude da desaceleração da economia causada pelo avanço do novo coronavírus (Covid-19). Segundo a Secretaria da Fazenda, nos últimos dois meses, fevereiro e março, os repasses federais tiveram uma diminuição de 22% o que, no orçamento de Sant’Ana do Livramento, representa em torno de R$ 5 milhões. “Isso impacta em tudo. A gente está com uma dificuldade financeira e a expectativa é que, daqui para frente, seja maior”, explicou o secretário Jeferson Rolim.
Ao retornar ao Palácio Moysés Vianna, nessa semana, a prefeita Mari Machado (PSB) tomou pé da situação e solicitou que os secretários de Administração, João Carretes, e Fazenda, Jeferson Rolim, fizessem uma visita ao presidente da Câmara de Vereadores, vereador Romário Paz (MDB), para tratar sobre o repasse do duodécimo ao legislativo municipal, como uma das formas para tentar controlar as contas do executivo.
Todos os meses, a prefeita tem a obrigação de repassar R$ 874 mil ao parlamento. Até o final dessa semana, a Prefeitura repassou mais R$ 480 mil para a Câmara, ainda restam mais de R$ 394 mil. “O que nós queremos, junto ao presidente, é nos precaver para tentar cumprir com eles e cumprir com os nossos compromissos da Prefeitura também, para não deixar atrasar salário pois, no momento em que isso acontecer, a coisa vai complicar mesmo”, adiantou.
No Legislativo, a situação não é diferente. Segundo o presidente, existem vários compromissos a serem cumpridos. “Nesta semana, com o que foi repassado, conseguimos fazer o pagamento de um dos dois meses que estavam em atraso no Sisprem”, contou Romário. A Câmara já avalia fazer o corte de estagiários, nos próximos dias. “Estamos estudando a possibilidade de fazer a suspensão temporária de alguns contratos”, complementou o presidente.

Quebrando paradigmas – Eis a questão!

Sempre fui meio “fora da casinha”. Para os conservadores, uma disfuncionada precisando de ajuda psicológica; para outros, adiante do meu tempo. A história está aí