Há 22 anos, o Grupo Anjos da Esperança desenvolve ações sociais por meio do esporte, com o objetivo de auxiliar pessoas em situação de vulnerabilidade social. Em 2026, a iniciativa ampliou sua atuação com a criação do Braço Social de Futsal dos Anjos da Esperança, voltado à formação esportiva e cidadã de crianças.
Ao longo de sua trajetória, o grupo promove torneios esportivos cuja inscrição prevê o pagamento de um valor e a doação de um brinquedo por atleta. Além das atividades esportivas, a iniciativa também já auxiliou pessoas que necessitavam de apoio para custear exames médicos e adquirir medicamentos.
Projeto de futsal
O novo projeto foi criado em parceria com a direção da escola CIEP e com a autorização dos pais e responsáveis. As atividades tiveram início em 27 de junho de 2026, com a presença das famílias e a participação de 25 crianças.
A coordenação está sob responsabilidade de Luiz Mansilha, servidor público municipal aposentado, que ministra aulas teóricas e práticas de futsal. O trabalho conta ainda com a colaboração das alunas da escola Isis Mansilha e Isabely Mansilha, que atuam como monitoras.
Conforme a proposta do projeto, o objetivo vai além do aprendizado esportivo. A iniciativa busca contribuir para o desenvolvimento motor e a saúde das crianças, além de incentivar valores como respeito, responsabilidade, convivência e trabalho em equipe.
O grupo ressalta que a intenção não é formar jogadores profissionais, mas contribuir para a formação de cidadãos conscientes, que saibam trabalhar coletivamente e respeitar os colegas. O respeito às mulheres também é um dos princípios trabalhados, com a participação de meninas nas atividades.
Confraternização e próximos passos
O projeto realizou sua primeira festa das crianças, com agradecimento à patronagem do CTG Urutau, que cedeu o espaço para a atividade sem custos.
Para dar continuidade às ações durante o verão, a direção pretende solicitar uma reunião com o prefeito Evandro Gutebier (Republicanos), para buscar autorização de uso da quadra da Praça Getúlio Vargas.
A iniciativa também destaca que o projeto já foi tema de estudo acadêmico, ampliando a discussão sobre o papel do esporte em ações sociais e na formação de crianças e adolescentes.
