Por: Abdon Barretto Filho
O Dia do Economista é comemorado em 13 de agosto, data instituída pela Lei nº 1.411, de 1951, que regulamentou a profissão de Economista no Brasil e criou o Conselho Federal de Economia (Cofecon) e os Conselhos Regionais de Economia (Corecons).
Em 2026, completa 75 anos de regulamentação da nossa profissão.
A data representa uma oportunidade para reconhecer a importância desses profissionais na construção de políticas, estratégias e soluções que promovam o desenvolvimento econômico, social e ambiental, sempre voltadas à melhoria da qualidade de vida da população.
A Economia é uma ciência social que estuda como indivíduos, empresas e governos utilizam recursos escassos para produzir bens e serviços e distribuí-los de forma eficiente.
Seu principal objetivo é compreender os problemas econômicos, identificar suas causas e propor soluções que contribuam para o crescimento sustentável, a geração de empregos, a redução das desigualdades e o uso responsável dos recursos naturais.
Infelizmente, ainda existe a equivocada percepção de que a Economia interessa apenas aos governos, aos bancos ou às grandes empresas.
Nada poderia estar mais distante da realidade.
A Economia está presente no orçamento das famílias, na geração de empregos, na inflação, na definição dos juros, na qualidade dos serviços públicos, nos investimentos privados e nas oportunidades de crescimento.
É justamente nesse contexto que o Economista exerce uma função estratégica.
Seu trabalho não se limita à elaboração de estudos, pareceres, perícias ou análises estatísticas.
O verdadeiro papel do Economista é transformar informações em conhecimento, antecipar tendências, avaliar riscos e propor alternativas capazes de promover eficiência, equilíbrio e desenvolvimento sustentável.
Boas decisões econômicas raramente acontecem por acaso; elas são resultado de planejamento, responsabilidade técnica e visão de longo prazo.
Ao longo da história, a Ciência Econômica evoluiu acompanhando as mudanças da sociedade.
Desde Adam Smith, com a publicação de A Riqueza das Nações em 1776, até os desafios contemporâneos relacionados à inovação tecnológica ( incluindo a Inteligência Artificial), à transição energética, às mudanças climáticas e às desigualdades sociais, a Economia continua oferecendo instrumentos para compreender problemas e buscar soluções, inclusive com a Economia Comportamental e a Economia do Turismo.
Valorizar o Economista significa valorizar o conhecimento científico, o planejamento e a busca permanente por soluções que conciliem crescimento econômico, justiça social e sustentabilidade ambiental.
Mais do que interpretar indicadores, esse profissional ajuda a construir caminhos para um país mais eficiente, competitivo e inclusivo.
Compreender que investir em inteligência econômica é investir no futuro.
Afinal, quando a técnica prevalece sobre o improviso, todos têm maiores possibilidades de prosperar.
Será?
Respeitam-se todas as opiniões contrárias.
São Reflexões.
Podem ser úteis.
Pensem nisso.
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ABDON BARRETTO FILHO ( *ABF)
Economista e Mestre em Comunicação Social
E-mail: contato@abdonbarrettofilho.com.br
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