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qui, 25 de junho de 2026

Procurador afirma que intervenção em córrego atendia demanda de moradores

Felipe Vaz procurador-geral do Município afirmou que a intervenção realizada em um córrego na Rua Amélia Labarte fazia parte de um serviço de desassoreamento executado pela Secretaria Municipal de Obras

Crédito: Manuelly Ribeiro/AP
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O procurador-geral do Município, Felipe Vaz, se manifestou sobre a ocorrência registrada na tarde desta quinta-feira (25), referente a um suposto crime ambiental em uma área localizada na Rua Amélia Ladarte, em Santana do Livramento. O caso, que vocês pode acompanhar nas redessociais do A Plateia, teve registro na Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA).
Segundo o procurador, a intervenção realizada no local fazia parte de um serviço de desassoreamento executado pela Secretaria Municipal de Obras, com o objetivo de melhorar o escoamento das águas pluviais, em atendimento a solicitações de moradores da região.

Ainda conforme Felipe Vaz, o morador que registrou a ocorrência manifestou indignação pelo fato de o operador da máquina ter acessado a propriedade sem autorização, alegando também danos em uma cerca e a derrubada de uma árvore da espécie corticeira.
O procurador informou, porém, que o operador da escavadeira relatou que a árvore já se encontrava tombada antes da execução do serviço, possivelmente em decorrência de um temporal.

Diante das versões divergentes, a ocorrência foi registrada na DPPA e será apurada pela Polícia Civil. Segundo o procurador, caberá à autoridade policial analisar as circunstâncias do caso e definir eventual enquadramento legal. Ele reiterou que a intervenção integra os serviços de manutenção do córrego realizados pela Secretaria Municipal de Obras.

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