Edição de Chico Bruno
MANCHETES DOS JORNAIS
O GLOBO – Mendonça autoriza PF a investigar Lulinha por tráfico de influência
FOLHA DE S.PAULO – Mendonça autoriza PF a investigar Lulinha por tráfico de influência
O ESTADO DE S.PAULO – Mendonça autoriza PF a investigar Lulinha por tráfico de influência
Correio Braziliense – Brasil apela à OMC e fala em discriminação com tarifaço
Valor Econômico – Com El Niño forte, risco de bloqueio da navegação no Amazonas entra no radar
Destaques de primeiras páginas, fatos e bastidores mais importantes do dia
INVESTIGAÇÃO – O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou a abertura de uma investigação para apurar a suspeita de que Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, tenha cometido o crime de tráfico de influência e corrupção, após pedido da Polícia Federal (PF). Lulinha, como é conhecido o primogênito de Lula, já era investigado em um dos inquéritos que busca esclarecer as fraudes nos descontos de aposentados do INSS. A PF, porém, abriu um novo caminho ao associar possíveis ilícitos na conduta de Fábio Luís na comercialização de cannabis medicinal, com ligações com servidores do Ministério da Saúde e do gabinete presidencial. A suspeita que recai sobre o filho do presidente da República é ter atuado junto ao governo federal para benefício próprio. Lulinha teria atuado com a empresária Roberta Luchsinger, além do lobista Antônio Camilo Antunes, conhecido como o “Careca do INSS”. A representação encaminhada ao STF resume o caso em 34 páginas. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta quinta-feira que, se o seu filho Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, for culpado terá que pagar “como todo mundo”. Também disse que não usará o seu cargo para proteger o filho. Ao seguir uma trilha diferente do caso do INSS, a corporação pediu a redistribuição do caso Lulinha, que estava sob a relatoria de Mendonça. A Procuradoria-Geral da República (PGR) concordou com a solicitação e, então, foi procedida a redistribuição, mas o inquérito caiu novamente nas mãos de Mendonça. O magistrado então autorizou a nova investigação.
RECLAMAÇÃO proforma – Alvo de sobretaxas de até 37,5% nos produtos vendidos aos Estados Unidos, o Brasil apresentou, ontem, reclamação — que foi aceita — na Organização Mundial do Comércio. Autoridades do governo federal reforçaram que as informações apresentadas pela Casa Branca para aplicar as tarifas são “falsas ou inexistentes”, e que o país é alvo de uma “ação discriminatória”. Ministro da Indústria e Comércio, Márcio Elias Rosa lamentou a paralisia do sistema de mediação internacional e afirmou que a OMC “nunca fez tanta falta”.
EL NIÑO brabo – A indústria da região Norte está se preparando para uma seca severa no final deste ano e em 2027, com a expectativa de um intenso El Niño. Cada vez mais, o fenômeno climático deve afetar o escoamento logístico pelo rio Amazonas e causar conflitos entre clientes e empresas de navegação. No mais recente El Niño, que ocorreu entre 2023 e 2024, a região passou por uma seca histórica, que interrompeu completamente o tráfego de embarcações maiores por meses, gerando custos adicionais e atrasos na entrega de mercadorias da Zona Franca de Manaus. Nos últimos anos, as empresas adotaram novas medidas de precaução para secas severas. Do lado dos operadores logísticos, foi desenvolvida uma estrutura provisória de terminais portuários flutuantes no rio Amazonas, que podem operar durante o período seco. O esquema prevê o transbordo de cargas dos maiores navios de balsa, que conseguem continuar sua viagem até Manaus mesmo em baixos níveis do rio. Esse esquema foi elaborado pela primeira vez em 2024, após o El Niño em 2023. No ano passado, não era necessário, e este ano, as empresas ainda estão monitorando a situação para ver se os terminais flutuantes precisarão ser instalados. As crises hídricas mais recorrentes na região também geraram disputas administrativas e até judiciais entre clientes e companhias de navegação, em torno das taxas adicionais cobradas pelos armadores para cobrir despesas de seca.
INQUÉRITO contra Lulinha gera estranhamento no STF – A decisão da Polícia Federal de formalizar um pedido ao Supremo Tribunal Federal (STF) para a abertura de uma nova frente de investigação contra Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, provocou estranhamento nos bastidores da Corte. A PF pediu para apurar suspeitas de tráfico de influência do empresário no Palácio do Planalto e no Ministério da Saúde, em tratativas de negócios sobre o uso de cannabis medicinal. A suspeita surgiu em meio à apuração sobre as fraudes nos descontos do INSS, em razão de tratativas entre Lulinha e o Careca do INSS. O relator do caso do INSS no STF é o ministro André Mendonça. Mas a petição no Supremo não foi direcionada a ele. Foi enviada para distribuição geral. Depois, coincidentemente terminou ficando com o próprio Mendonça, por sorteio. O ministro autorizou o novo inquérito. No Supremo, a surpresa não veio do envio para livre distribuição, mas do momento em que a decisão da PF ocorreu. A movimentação ocorre ao mesmo tempo em que a defesa de Fábio Luís Lula da Silva tenta arquivar a investigação sobre ele no caso do INSS e evitar que o assunto se arraste até as eleições, pois dá munição à oposição contra o presidente Lula.
PF avalia incluir Flávio em lista da Interpol – Investigadores da Polícia Federal avaliam incluir o nome do senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro na lista prateada da Polícia Internacional (Interpol), com o objetivo de rastrear recursos do Banco Master enviados ao exterior. A corporação precisaria de autorização do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), para adotar a medida. As apurações apontam que R$ 61 milhões teriam sido transferidos por Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, para, supostamente, financiar o filme Dark Horse, que trata da vida do ex-presidente Jair Bolsonaro. No entanto, a suspeita é de lavagem de dinheiro, já que parte dos recursos teria sido usada para bancar o deputado cassado Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos. A lista prateada da Interpol é diferente da difusão vermelha da corporação. Enquanto a lista vermelha foca em pessoas foragidas, a prateada é usada para que os países-membros cooperem informando fluxos financeiros que podem ser provenientes de crime.
INFORMAÇÃO estranha – Depois de semanas de negociações entre dirigentes do PL e do PP, Flávio Bolsonaro sinaliza uma vice. Uma fonte do Progressistas ouvida pelo Correio, sob condição de anonimato, afirmou que a senadora Tereza Cristina (PP-MS) aceitou o convite para integrar a chapa do senador à Presidência da República. Segundo esse interlocutor, durante as conversas, a ex-ministra da Agricultura condicionou sua entrada na disputa ao fortalecimento da participação feminina em um eventual governo do parlamentar. Tereza Cristina era considerada, desde o início das articulações, o principal nome para ocupar a vice. Ela reúne forte prestígio junto ao agronegócio, mantém bom trânsito entre lideranças do Centrão e é vista por aliados do PL como uma figura capaz de ampliar o diálogo da candidatura para além do eleitorado bolsonarista. Além do peso político, a eventual indicação também seria interpretada como um gesto em direção ao eleitorado feminino, segmento que a campanha busca conquistar.
O DESAFIO da aliança – A conversa “produtiva” da senadora Tereza Cristina (PP-MS) com o pré-candidato do PL ao Planalto, Flávio Bolsonaro, ainda não é suficiente para levar toda a estrutura da federação União Progressista, que une PP e União Brasil, a fechar um casamento nacional entre eles. Para isso, será preciso o PL abrir mão de algumas candidaturas e, para completar, ajustar diferenças de projetos entre a maioria dos partidos de viés conservador com a família Bolsonaro. O que se diz nos bastidores é que Tereza Cristina, ao abrir a porta para ser vice, pretende tirar dos próprios ombros qualquer responsabilidade sobre o futuro de Flávio. Aliás, lá atrás, o próprio Jair Bolsonaro dizia não confiar em Tereza para ser vice de seu filho.
O QUE vem por aí – Os próximos dias prometem muita tensão entre União Brasil e PP, uma vez que as alianças já estão fechadas na maioria dos estados e nem todas estão alinhadas ao PL. Nem no Sul do país. No Paraná e em Santa Catarina, a federação é adversária do PL, situação que se repete em, pelo menos, outros 10 estados. Essa será a queda de braço do momento.
DEVE prevalecer neutralidade – A maioria dos dirigentes do PP se manifestou contra uma coligação com Flávio Bolsonaro (PL) e, assim, barrou a chance de a senadora Tereza Cristina (MS) ser vice na chapa do pré-candidato à Presidência. A decisão ocorreu após o presidente nacional da sigla, o senador Ciro Nogueira (PI), consultar lideranças estaduais da legenda. A senadora Tereza teve antes um encontro com Flávio e aceitou integrar a chapa dele.
Segundo dirigentes ouvidos pela Folha, alguns sob condição de anonimato, a consulta ocorreu entre a quarta e quinta-feira (30). A maioria indicou a preferência pela neutralidade na eleição nacional, com liberação de apoio dos diretórios a Lula (PT), Flávio Bolsonaro ou outros candidatos à Presidência. Há uma margem estreita para o PL articular uma mudança de postura do PP, até 5 de agosto, prazo limite para realização das convenções.
MENSAGEM clara – O fato de a direção do Republicanos trazer a convenção nacional do partido para a sede em Brasília foi lido como uma forma de reforçar a neutralidade da legenda na corrida presidencial deste ano. Interlocutores afirmam à coluna que a decisão está tomada e será anunciada na próxima terça-feira. Como o foco da legenda é aumentar as bancadas no Legislativo, os diretórios têm pedido ao presidente, deputado Marcos Pereira (SP), que mantenha a agremiação neutra.
E A Bahia, hein? – É um dos lugares em que Flávio Bolsonaro deverá usar o palanque de candidatos à Câmara dos Deputados e ao Senado, como o do pré-candidato à reeleição Ângelo Coronel (Republicanos), para se promover. É que interlocutores próximos a ACM Neto, postulante ao governo baiano, afirmam que ele deve apoiar o ex-governador Ronaldo Caiado (PSD) na disputa presidencial.
Pressão para o “sim” – O ex-prefeito de Divinópolis (MG) e pré-candidato a deputado federal Gleidson Azevedo (Republicanos), irmão do senador Cleitinho (Republicanos), foi às redes sociais pedir o apoio dos eleitores a fim de pressionar a legenda a lançar a candidatura do senador ao governo de Minas Gerais. Gleidison afirma que a demora em decidir foi devido ao luto pela perda de outro irmão, Matheus, e disse que “eles (o partido) não querem deixá-lo ser candidato”. No vídeo, Gleidson elogia o presidente Marcos Pereira e acredita que a decisão de barrar Cleitinho foi apenas devido a um desencontro.
E O Lulinha, hein? – Todas as vezes que alguém do PT cita as agruras de Flávio Bolsonaro no caso BRB-Master — em especial o financiamento do filme Dark Horse —, a turma do PL rebate citando as suspeitas sobre o filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no escândalo dos descontos ilegais de aposentados e pensionistas do INSS. Agora, com a perspectiva da investigação, Lula ganha o discurso de que não protege ninguém. E, para completar, o filho ao presidente não é candidato ao Palácio do Planalto.
CURY propõe chapa única com Zema – O pré-candidato à Presidência da República Augusto Cury (Avante) divulgou uma carta aberta, ontem, em que assume a possibilidade de uma aliança com o presidenciável Romeu Zema (Novo) ainda no primeiro turno. “Conversamos sobre a possibilidade de formarmos uma chapa única nestas eleições, e ambos ficamos animados com a perspectiva”, diz a nota. A conversa ocorreu por telefone. Cury destacou que ambos têm experiência com gestão de empresas e construíram uma trajetória longe da política nacional, com foco na responsabilidade fiscal, na eficiência da gestão pública, na valorização do empreendedorismo e na construção de um Brasil menos polarizado. “Somos críticos dessa guerra de egos em que se tornou a política brasileira, sem focar no que realmente importa”, escreveu.
PARAGUAI é o mal-estar da vez – Os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Santiago Peña, do Paraguai, conversaram a fim de tentarem superar o mal-estar provocado pelo brasileiro sobre comentário que fizera a respeito da Guerra do Paraguai. O episódio se soma ao desconforto entre Brasil e Argentina depois das grosserias de Javier Milei, que chamou Lula de “presidiário”. A conversa entre o presidente e Penã foi confirmada pelo chanceler para guaio, Rubén Ramírez Lezcano. Ele afirmou, ainda, que o embaixador do Brasil, em Assunção, José Antônio Marcondes de Carvalho, foi convocado para uma reunião hoje com o vice-presidente paraguaio, Pedro Alliana, quando lhe será entregue uma nota de protesto do governo paraguaio contra o comentário de Lula. Lezcano afirmou que Assunção considera o episódio encerrado do ponto de vista do contato entre os presidentes — o Palácio do Planalto e o Ministério das Relações Exterio res (MRE) não divulgaram detalhes sobre o conteúdo da conversa entre Lula e Peña. Mas o chanceler paraguaio deixou claro que o protesto diplomático está mantido.
QUEREMOS mais – Com quase R$ 881 milhões em valor de fundo eleitoral, o PL lançou uma vaquinha virtual para arrecadar doações para a campanha de Flávio Bolsonaro. “A contribuição é fundamental para fortalecer nossa mobilização”, afirma o candidato. Mesmo com esse montante, o partido disse não ter recurso suficiente para bancar todas as candidaturas lançadas.
EMPATOU geral – A última pesquisa Quaest mostrou cinco pré-candidatos ao Senado pelo Rio Grande do Sul tecnicamente empatados: Manuela D’Avila (PSol), com 12% das intenções de voto; Germano Rigotto (MDB), com 9%; Paulo Pimenta (PT), também com 9%; Marcel Van Hattem (Novo), com 7%; e Ubiratan Sanderson (PL), com 6%. Outro dado da pesquisa mostra que 65% do eleitorado gaúcho não sabe em quem votar.
POLARIZAÇÃO no RS – O levantamento da Quaest também analisou o cenário eleitoral para o Planalto. Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) estão tecnicamente empatados no estado. O presidente com 30% e o senador com 32%. A margem de erro é de três pontos percentuais.
MELHOR prevenir… – …do que remediar. Preocupada com o efeito do El Niño nos municípios brasileiros, uma vez que há a possibilidade de se tornar um dos eventos climáticos mais intensos das últimas décadas, a Associação Brasileira de Municípios (ABM) lança um guia para as cidades. O Guia Prático para Enfrentamento ao Super El Niño e Eventos Climáticos Extremos reúne orientações para prefeituras, secretarias e equipes técnicas. A ideia é dar subsídio para organizar prevenção, resposta emergencial e recuperação dos territórios atingidos.
FENÔMENO anormal – O El Niño é caracterizado pelo aquecimento anormal das águas superficiais do Oceano Pacífico Equatorial. Em condições normais, os ventos alísios sopram de leste para oeste ao longo do Equador e empurram as águas quentes da superfície para o Sudeste Asiático e a Oceania. Quando o El Niño acontece, esses ventos enfraquecem (ou mudam a direção) e uma grande massa de água quente cobre o Pacífico central e sul-americano. Isso altera a circulação de ar na atmosfera, mudando o padrão de chuvas e temperaturas.
TROCA de marqueteiros – A campanha de Flávio Bolsonaro (PL) procura dissociar a troca na equipe de marketing, anunciada nesta quinta-feira (30), das polêmicas da convenção do presidenciável, no último final de semana. Relacionar os dois fatos, afinal, serviria como uma admissão de erro em convidar o presidente da Argentina, Javier Milei, para o evento, e passar um vídeo de Jair Bolsonaro feito com Inteligência Artificial. Milei fez um discurso longo e agressivo contra Lula e o ministro Alexandre de Moraes (STF), que acabou gerando uma crise diplomática e ofuscando a fala do próprio Flávio. Já a peça de IA foi questionada por Moraes e pode gerar punição à campanha. Mesmo assim, a campanha viu a repercussão como positiva nos dois casos. Segundo integrantes do comando da candidatura, os publicitários demitidos, Alexandre Oltramari e Eduardo Fischer, não foram os principais responsáveis nem pela vinda de Milei, nem pelo vídeo do ex-presidente.
A substituição da dupla por Duda Lima, ligado ao presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, teria como objetivo dar uma cara mais “de direita” a uma candidatura que vinha fazendo acenos à moderação.
VAI ou não? – O PL tem pressionado a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro a decidir sobre a sua candidatura ao Senado logo. Isso porque o partido pretende fazer um evento de lançamento para ela, caso aceite entrar na disputa. O partido pretende capitalizar em cima da candidatura, que tem aparecido em primeiro nas pesquisas de intenção de voto. “Se ela for candidata, vai ser uma festa no partido”, disse o presidente do PL, Valdemar Costa Neto.
A convenção do PL-DF está marcada para o próximo domingo (2). Uma das principais defensoras para que Michelle entre na disputa é a governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP). Amiga da ex-primeira-dama, ela articulou a reconciliação com o senador Flávio Bolsonaro (PL). A aliados, Michelle tem dito que ainda não se decidiu, mas que tomará a decisão final até esta sexta-feira (31).
CIRO Gomes lidera eleição no Ceará – Pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quinta-feira (30) aponta que o ex-ministro Ciro Gomes (PSDB) lidera a disputa para o Governo do Ceará contra Elmano de Freitas (PT), pré-candidato à reeleição. O tucano aparece com 43% das intenções de voto no primeiro turno, ante 33% do petista. Em um eventual segundo turno entre eles, Ciro marca 48% contra 35% de Elmano. Os nomes de outros cinco pré-candidatos foram apresentados ao eleitor: Eduardo Girão (Novo) tem 3% em eventual primeiro turno, empatado tecnicamente com Jarir Pereira (PSOL), que marca 1%; Hugo Leonardo (Missão), Serley Leal (UP) e Zé Batista (PSTU) não pontuaram. Brancos e nulos somam 7%. Indecisos, 13%. Entre os entrevistados, 39% disseram que conhecem o governador e não votariam nele de jeito nenhum. Ciro Gomes e Eduardo Girão têm rejeição de 32% cada.
JULIANA Brizola e Luciano Zucco empatam – Nova pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quinta-feira (30) mostra um empate técnico entre Juliana Brizola (PDT) e Luciano Zucco (PL) em cenários simulados tanto de primeiro quanto de segundo turno para o Governo do Rio Grande do Sul. A neta de Leonel Brizola aparece com 24% das intenções de voto no primeiro turno, contra 22% do deputado federal. Em seguida, estão Gabriel Souza (MDB) e Marcelo Maranata (PSDB), com 6% e 3%, respectivamente. Cesar Pontes (PCO) e Rejane Oliveira (PSTU) têm 1% cada um, e Priscila Voigt (UP) não pontuou. Em virtual confronto direto entre Brizola e Zucco, ela marca 35%, enquanto ele registra 31%, o que configura empate técnico.
VILELA lidera – Pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quinta-feira (30) sobre a corrida ao Governo de Goiás mostra o atual chefe do Executivo, Daniel Vilela (MDB), liderando a preferência do eleitor.
O emedebista aparece com 37% das intenções de voto no primeiro turno. Em seguida, está o pré-candidato do PSDB, o ex-governador Marconi Perillo, que aparece com 21%. Na sequência, aparecem o senador Wilder Morais (PL), com 11%, e Luis Cesar Bueno (PT), com 3%. Os demais pré-candidatos são Cíntia Dias (PSOL), com 1%, e Luciana Amorim (UP), que não pontuou na pesquisa.
Os que se dizem indecisos somam 20%, e brancos e nulos, 7%.
O levantamento também simulou dois cenários de segundo turno. Contra Perillo, Vilela aparece com 52% das intenções de voto, crescendo 6 pontos em relação à última pesquisa. Já o pré-candidato do PSDB tem 28% das intenções nesse cenário, oscilando positivamente ante os 27% do levantamento anterior. Já contra o candidato do PL, Wilder Morais, Vilela ganha de 54% a 16%. Morais caiu 5 pontos em relação à pesquisa de abril nesse cenário.
MENDONÇA quebra sigilo de celular de Wagner – O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça autorizou a Polícia Federal a quebrar o sigilo telefônico do ex-líder do governo Lula no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), e monitorar os movimentos de seu telefone celular após suspeitar do vazamento de um pedido de operação da PF contra o petista, apresentado na Operação Compliance Zero. Procurada, a defesa de Wagner ainda não se manifestou. Detalhes dessa investigação foram antecipados pelo Estadão. O ministro retirou o sigilo do processo que tratou da quebra do sigilo telefônico e monitoramento do celular de Wagner nesta quinta-feira, 30. Na decisão que autorizou o monitoramento da antena do celular de Wagner durante dez dias, Mendonça citou que recebeu um pedido de audiência em seu gabinete no mesmo dia em que a PF protocolou o pedido de operação contra o petista.
SIGILO quebrado revela – Relatório das investigações da Polícia Federal que embasou a operação policial Compliance Zero contra o ex-líder do governo Jaques Wagner apontou a existência de 74 ligações entre o senador e o ex-sócio do Banco Master, Augusto Ferreira Lima, também alvo das apurações. De acordo com os documentos tornados públicos pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), Wagner e Lima conversaram por cinco horas e trinta minutos nessas ligações. A PF observa que o senador e o banqueiro tinham “nítida preferência” por conversas telefônicas, em vez de mensagens. E que eles chegavam a se falar várias vezes no mesmo dia. Os diálogos compreendem o período de novembro de 2023 a maio de 2025. A defesa de Jaques Wagner ainda não se manifestou. Na ocasião da operação, ele negou ter atuado em favor do banqueiro.


Na quarta-feira (29), participei da Audiência Pública que debateu o futuro do setor ferroviário da Região Sul


À noite,
Em Sapiranga, visitei e gravei um Podcast no Grupo Repercussão

Em Parobé, participei de encontro regional


