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sáb, 2 de maio de 2026

Pesquisa Quaest aponta disputa acirrada ao Senado no RS, com Manuela D’Ávila e Germano Rigotto entre os líderes

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A mais recente pesquisa do instituto Genial/Quaest revela que a corrida pelas duas vagas ao Senado no Rio Grande do Sul segue aberta e indefinida. O levantamento, realizado entre os dias 24 e 28 de abril, ouviu 1.104 eleitores em diferentes regiões do Estado, com margem de erro de três pontos percentuais e nível de confiança de 95%.

De acordo com os dados, a ex-deputada federal Manuela D’Ávila (PSOL) aparece numericamente à frente, com cerca de 13% a 14% das intenções de voto. Logo atrás, em empate técnico, estão o ex-governador Germano Rigotto (MDB), com aproximadamente 12%, o deputado federal Paulo Pimenta (PT), entre 9% e 10%, e o deputado Marcel Van Hattem (Novo), também com cerca de 9%.

Apesar da liderança numérica de Manuela, a diferença entre os principais nomes está dentro da margem de erro, o que configura um empate técnico entre pelo menos quatro pré-candidatos. Esse cenário reforça a imprevisibilidade da disputa e indica que o eleitorado ainda não está consolidado.

Outro fator que chama atenção é o elevado número de indecisos, característica comum neste estágio inicial do processo eleitoral. A tendência é que os índices sofram variações conforme o avanço das pré-campanhas e a definição oficial das candidaturas.

A pesquisa também evidencia a formação de blocos políticos no Estado. Manuela integra uma articulação de esquerda ao lado do PT, que lançou Paulo Pimenta como outro nome ao Senado. Já Rigotto representa um campo mais ao centro, enquanto Van Hattem aparece como opção vinculada à direita liberal e conservadora.

Além da disputa ao Senado, o levantamento da Quaest também analisou o cenário para o governo do Estado, indicando liderança de Juliana Brizola (PDT) e um alto índice de eleitores indecisos, o que reforça o quadro de indefinição política no Rio Grande do Sul.

A Genial/Quaest é um instituto brasileiro especializado em pesquisas de opinião pública e análise política, com atuação frequente em levantamentos eleitorais no país.

Com duas vagas em disputa e margem de erro significativa, o cenário para o Senado no Rio Grande do Sul permanece aberto. A tendência é de uma eleição competitiva, em que alianças, campanhas e o comportamento do eleitorado nas próximas semanas serão decisivos para definir os favoritos.

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