Jornal A Plateia – Rádio RCC – Santana do Livramento

seg, 25 de maio de 2026

Justiça concede liberdade provisória à mulher investigada por morte do marido na Vila Santa Rita

Após audiência de custódia, acusada responderá ao processo em liberdade mediante cumprimento de medidas cautelares

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A Justiça concedeu liberdade provisória à mulher investigada pela morte do marido na região da Vila Santa Rita, interior de Sant’Ana do Livramento, após a realização da audiência de custódia na tarde desta segunda-feira (25).

Durante a audiência, a defesa da acusada solicitou a concessão da liberdade provisória. O Ministério Público manifestou-se favoravelmente ao pedido, porém requereu que a liberação ocorresse mediante a aplicação de medidas cautelares diversas da prisão.

Ao analisar as manifestações das partes, o magistrado decidiu conceder a liberdade à investigada, impondo medidas cautelares que deverão ser cumpridas. A decisão também ressalta que, em caso de descumprimento das determinações judiciais, o benefício poderá ser revogado.

O caso seguirá sendo apurado por meio de inquérito policial. Após a conclusão das investigações e do expediente policial, o procedimento será encaminhado ao Poder Judiciário para os trâmites previstos em lei.

Relembre o caso

O fato ocorreu na noite do último sábado (23) na região da Vila Santa Rita, área próxima à divisa entre Sant’Ana do Livramento e Rosário do Sul. A vítima, identificada como Caiser Fernando de S. Gularte, de 47 anos, foi atingida por golpes de faca durante um desentendimento envolvendo o casal.

O homem chegou a ser socorrido e encaminhado ao hospital de Rosário do Sul, unidade mais próxima do local da ocorrência, mas não resistiu aos ferimentos.

Conforme informações divulgadas anteriormente, a própria autora teria acionado a polícia após o ocorrido. A Brigada Militar realizou a prisão da mulher, que permaneceu à disposição da Justiça até a audiência de custódia.

Em nota divulgada anteriormente, a defesa da investigada afirmou que ela teria agido em contexto de legítima defesa, alegando histórico de violência psicológica e física. A versão apresentada pelos advogados ainda será analisada no decorrer das investigações.

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