Jornal A Plateia – Rádio RCC – Santana do Livramento

ter, 7 de abril de 2026

Declaração anual de rebanho entra em vigor no RS e reforça controle sanitário e acesso a mercados

Produtores têm até 30 de junho para prestar informações obrigatórias sobre seus rebanhos; dados são fundamentais para a pecuária gaúcha- FOTO - MATIAS MOURA
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A Declaração Anual de Rebanho 2026 já está em andamento no Rio Grande do Sul e deve ser realizada por produtores rurais até o dia 30 de junho. A obrigatoriedade, que iniciou em 1º de abril, é considerada uma das principais ferramentas para o monitoramento da produção pecuária no Estado, reunindo informações detalhadas sobre os rebanhos e a estrutura das propriedades.

O levantamento permite a construção de um retrato atualizado da pecuária gaúcha, abrangendo desde o número de animais até aspectos como infraestrutura e controles sanitários. Com esses dados, o Estado fortalece sua capacidade de planejamento e amplia as condições para abertura de novos mercados internacionais, além de manter o reconhecimento sanitário já conquistado ao longo dos anos.

A declaração contempla diversas espécies, incluindo bovinos, ovinos, equídeos, suínos, aves, caprinos e também animais como abelhas, peixes, cães, gatos e coelhos. O objetivo é garantir um controle amplo da produção animal, independentemente do porte da propriedade.

Os produtores podem realizar o envio das informações de forma online, por meio do sistema Produtor Online, onde também é possível atualizar o saldo dos animais. Outra alternativa é a entrega presencial, nas Inspetorias ou Escritórios de Defesa Agropecuária, com apoio técnico dos servidores e validação por meio de assinatura digital.

Além de cumprir uma exigência legal, a Declaração Anual de Rebanho é estratégica para o setor. A confiabilidade dos dados permite respostas rápidas em situações sanitárias e fortalece a credibilidade da produção gaúcha no cenário nacional e internacional.

A orientação é que os produtores não deixem para a última hora e mantenham seus cadastros atualizados, evitando inconsistências e possíveis sanções. O cumprimento do prazo é essencial para garantir a regularidade da propriedade junto aos órgãos de fiscalização e contribuir para o desenvolvimento sustentável da pecuária no Estado.

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