O deputado federal Luciano Zucco (PL-RS), pré-candidato ao governo do Rio Grande do Sul, afirmou que o cenário eleitoral ainda está em fase inicial, mas já permite identificar direções e projetos em disputa no Estado.
“Está cedo ainda, estamos em março, mas esse começo é importante porque já temos um norte do entendimento de cada um e dos projetos que se apresentam”, afirmou.
Segundo Zucco, a estratégia neste momento será percorrer o Estado para dialogar com diferentes setores da sociedade e consolidar uma proposta alternativa ao atual governo. “Vamos viajar todo o Estado, dialogar com federações, entidades e com os gaúchos que precisam conhecer o projeto do continuísmo. Na minha visão, empurraram os problemas com a barriga e não entregaram um resultado efetivo”, criticou.
O parlamentar também alertou para o que considera riscos no cenário político. “Há o perigo de um retrocesso. Historicamente, os piores governos foram os de esquerda. Nós queremos fortalecer uma agenda de desenvolvimento econômico, sem abrir mão da responsabilidade fiscal, mas olhando para frente”, disse.
Zucco destacou que o plano de governo ainda está em fase de elaboração e será construído de forma participativa. “Não tem como estar pronto agora. Vamos fazer rodadas por áreas como segurança, educação e desenvolvimento econômico. Esse plano precisa ser construído a várias mãos”, explicou.
Ele ressaltou ainda a articulação política em torno de sua pré-candidatura. “Temos um grupo muito forte, com vários partidos e lideranças que estão nos ajudando. Fui líder da oposição escolhido pelos pares, o que demonstra nossa capacidade de diálogo e construção coletiva”, afirmou.
Sobre a agenda política, Zucco confirmou a visita do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao Estado no próximo dia 11 de abril, quando serão apresentados os avanços na formação de uma aliança de centro-direita no Rio Grande do Sul.
“Queremos mostrar um modelo de sucesso, com partidos como Progressistas, Republicanos, Novo e Podemos unidos. Também vamos levar demandas importantes, como a securitização e a renegociação das dívidas”, disse.
A programação da visita deve incluir encontros com mulheres, pré-candidatos, empresários e lideranças políticas. “A agenda será intensa. Teremos eventos importantes e, se tudo der certo, o lançamento da pré-campanha”, concluiu.
