Jornal A Plateia – Rádio RCC – Santana do Livramento

qui, 26 de fevereiro de 2026

RESUMO DE QUINTA-FEIRA – 26/02/2026

Germano Rigotto Foto: Cedida
O texto abaixo está em

Edição de Chico Bruno

Manchetes dos jornais

FOLHA DE S.PAULO – STF condena irmãos Brazão como mandantes do assassinato de Marielle

O GLOBO – STF condena irmãos Brazão por mandar matar Marielle Franco

ESTADO DE S.PAULO – CPI quebra sigilo de empresa de Toffoli e chama ministro a depor

Correio Braziliense – Distritais ampliam debate do socorro ao BRB

Valor Econômico – Inadimplência atinge recorde em cenário de juros altos e endividamento elevado

Destaques de primeiras páginas, fatos e bastidores mais importante do dia

DEMOROU, mas chegou – A Primeira Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu por unanimidade nesta quarta-feira (25) condenar o ex-deputado Chiquinho Brazão e seu irmão Domingos Brazão como mandantes da morte da vereadora Marielle Franco (PSOL) e chefes de uma milícia na zona oeste do Rio de Janeiro. Os ministros também votaram para condenar Rivaldo Barbosa, ex-chefe de Polícia Civil, por obstrução de Justiça e corrupção. Eles consideraram não haver provas de participação do delegado no planejamento do crime contra Marielle, como apontava a acusação, mas viram evidências de atos para atrapalhar a investigação após o homicídio. Chiquinho e Domingos foram condenados, cada um, a 76 anos e 3 meses de prisão em fechado e 200 dias-multa no valor de dois salários-mínimos. Rivaldo foi sentenciado a 18 anos de reclusão em regime fechado e 360 dias-multa no valor de um salário-mínimo. “Eles não tinham só contato com a milícia. Eles eram a milícia. Eles participavam da milícia. Moraes considerou que ficou comprovada a motivação política para o crime, concordando com a tese da PGR de que Domingos e Chiquinho decidiram matar a vereadora para impedir que ela continuasse a prejudicar os interesses da família em práticas de grilagem de terras. O julgamento foi acompanhado por familiares e amigos de Marielle, como a ministra Anielle Franco (Igualdade Racial), irmã da vereadora. O presidente do STF, Edson Fachin, também assistiu a parte da sessão na plateia. A imprensa internacional repercutiu a condenação dos irmãos Domingos e João Francisco Brazão pelo STF pelo assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes. O The Guardian descreveu o crime como um dos mais chocantes do Rio, destacando os laços profundos entre política e crime. O El País apontou o caso como reflexo do submundo político carioca, onde o crime organizado mantém vínculos com políticos e forças de segurança.

HOLOFOTE gigante – A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado aprovou convite para que o ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), compareça ao colegiado e a quebra de sigilo fiscal da Maridt Participações no período entre 2022 e 2026. Toffoli é sócio da empresa, que vendeu parte do resort Tayayá a fundo ligado ao Banco Master. Como convidado, o ministro não é obrigado a comparecer à comissão. Na mesma sessão, a CPI também aprovou a convocação de Daniel Vorcaro, o dono do Master, e convites ao ministro do STF Alexandre de Moraes e sua mulher, a advogada Viviane Barci de Moraes. O escritório da mulher de Moraes firmou contrato de R$ 129 milhões com o banco.

HELP – As mudanças feitas pelo GDF no projeto de lei que dispõe de terrenos e prédios públicos como garantia em eventuais empréstimos do Banco de Brasília para cobrir as negociações com o Master estão sob análise da Câmara Legislativa. Ainda não há data para votação, mas a conversa com o presidente do BRB, Nelson Antônio de Souza, na próxima segunda-feira, deve apontar o ritmo da tramitação. O PL prevê R$ 6,6 bilhões em imóveis para recuperação da instituição, caso haja necessidade, mas recebeu duras críticas da oposição e de alguns parlamentares da base aliada, como Thiago Manzoni (PL) e Rogério Morro da Cruz (PRD).

ÚLTIMO andar – Uma combinação de juros altos, endividamento das famílias e mudança regulatória levou a inadimplência média das operações de crédito bancário a atingir 4,2% em janeiro, a máxima da série histórica das estatísticas do Banco Central (BC) iniciada em 2011. O indicador de operações com atraso superior a 90 dias subiu ao longo de todo o ano passado. Nos três últimos meses de 2025, ficou em 4%, nível também recorde. Antes, o pico havia sido em maio de 2017, após a última grande recessão econômica. A piora também reflete uma mudança na qualidade da carteira, com aumento da participação de linhas de maior risco, como cheque especial e rotativo do cartão.

PENDURICALHOS: Gonet critica Dino – O procurador-geral da República, Paulo Gonet, cri ticou, ontem, a decisão do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), de paralisar o pagamento de penduricalhos acima do teto constitucional — atualmente fixado em R$ 46,3 mil — para o funcionalismo. No julgamento da decisão liminar do magistrado, o chefe do Ministério Público Federal (MPF) disse que não foi respeitada a separação dos Poderes ao deliberar sobre o tema. A análise do caso no plenário foi suspensa e será retomada hoje com os votos dos integrantes da Corte. A medida surgiu a partir de reclamação originalmente restrita a procuradores de Praia Grande (SP). Em sustentação oral, Gonet afirmou que a decisão liminar “cuida de um tema alheio ao objeto da causa, e que não era necessário para o próprio julgamento da reclamação”. Ele defendeu a necessidade de respeito aos limites do pedido formulado na ação como forma de conter a atuação do Judiciário.

POLÍTICOS na mira da PF – A Polícia Federal deflagrou, ontem, a Operação Vassalos, que apura sus peitas de desvio de recursos de emendas parlamentares. Foram expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF) 42 mandados de busca e apreensão em Pernambuco, na Bahia, em São Paulo, em Goiás e no Distrito Federal. Entre os alvos estão o ex-senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE) e dois filhos dele — o ex-prefeito de Petrolina Miguel Coelho e o deputado federal Fernando Filho (União-PE). A investigação aponta para a existência de um grupo formado por agentes públicos e empresários suspeitos de direcionar licitações para beneficiar uma empresa ligada ao esquema. De acordo com a Polícia Federal, parte dos recursos teria sido destinada ao pagamento de vantagens indevidas e à ocultação de patrimônio. Os investigados são suspeitos de crimes como frustração do caráter competitivo de licitação, fraude em contratos, peculato, corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa. As suspeitas envolvem emendas destinadas ao município de Petrolina (714km de Recife), berço político da família Bezerra Coelho e que foi governada por Miguel Coelho de 2017 a 2022. A família Bezerra tem negócios na região.

SENADORA cobiçada – A senadora e ex-ministra da Agricultura Tereza Cristina (PP-MS) desponta como uma das mais cotadas para compor a chapa do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao Planalto. Porém, ela evita comentar o tema e lembra que a definição depende de uma série de conversas que ainda vai ocorrer entre as duas legendas. O nome da senadora, que vem recebendo apoios públicos de aliados, ganha força pelo vínculo com o agronegócio e por representar o eleitorado feminino. Ontem, ao ser questionada sobre a possibilidade de compor chapa com Flávio Bolsonaro, a parlamentar disse que entende o motivo de ser lembrada para a vaga, mas nega ter recebido qualquer tipo de convite até o momento. “Vice não é candidato, é uma escolha do candidato, e é uma das últimas escolhas. Faz parte dos partidos que vão se coligar. Tem uma série de fatores que são colocados à mesa”, respondeu a jornalistas, no lançamento do Instituto Diálogos — grupo apartidário idealizado pela própria senadora para debater pautas ligadas ao desenvolvimento.

O CHAMADO está próximo – Muitos parlamentares aguardam a saída do governador do Distrito Federal Ibaneis Rocha do cargo para concorrer a uma vaga no Senado. O plano é, assim que ele desincompatibilizar, convocá-lo ao Senado para dar seu testemunho sobre o caso Master, sem o direito de negar convites.

ENROLOU, recorreu – A demora do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, em convocar uma sessão do Congresso Nacional e fazer a leitura do pedido de instalação da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito do banco Master levou um grupo de senadores a mudar o jogo. O plano agora é preparar um recurso ao Supremo Tribunal Federal (STF) para garantir a criação de uma CPI do Senado.

SEM desculpa – A avaliação é a de que o Supremo não teria como negar esse pedido, uma vez que autorizou na CPI da Covid. Quanto ao fato de já haver um inquérito no próprio Supremo, os senadores avaliam que os fatos sob investigação na CPMI do INSS também estão sob a lupa da Política Federal.

E por falar em STF… – Penduricalhos que ultrapassam o teto salarial e caso Marielle vão ajudar o Tribunal a melhorar a percepção do trabalho perante a opinião pública. O que as pesquisas qualitativas indicam é que, se cada um cumprir com sua obrigação, não tem crise de imagem.

HAJA calmante – As bets respiraram aliviadas, quando, na noite de terça-feira, os parlamentares retiraram a nova taxação do Projeto de Lei Antifacção. Porém, agora dormem ansiosas com a promessa da base governista de apresentar um projeto com o CIDE Bets para financiar o fundo da segurança pública. De acordo com estudo do Instituto Brasileiro de Jogo Responsável (IBJR), atualmente, as bets pagam 32% de impostos, o que correspondeu quase 1/3 do faturamento das casas em 2025, que foi de R$ 37 bilhões. A expectativa é que os impostos passem dos 40% em 2033, ano em que a reforma tributária estará totalmente implementada.

AINDA há tempo – Na avaliação de parte do PT, o baixo desempenho do presidente Lula entre os mais pobres na pesquisa Atlas/ Bloomberg, divulgada na última quarta-feira, não é o fim do mundo. Na perspectiva dessa ala, a grande surpresa positiva foi pontuar bem entre os mais ricos e mais velhos. Já entre os menos favorecidos, os petistas calculam que dá para recuperar devido aos projetos sociais do governo.

RECALCULAR a rota I – O que os petistas não esperavam era um empate no segundo turno tão cedo. Por isso, a ordem agora é partir para o confronto com o senador Flávio Bolsonaro, que aparece muito bem posicionado neste pós-carnaval.

RECALCULAR A rota II – O governador de Santa Catarina, Jorginho Mello, fez questão de telefonar ao senador Esperidião Amin (PP-SC) para informar da escolha do PL, de bancar a candidatura da deputada Caroline De Toni (PL-SC) ao Senado. Agora, o senador conversa com a outra chapa, do PSD de Gilberto Kassab, para conseguir uma vaga por ali.

CERCO fechado para raio-x de Vorcaro – A intenção do senador Alessandro Vieira (MDB-SE), ao aprovar as convocações dos irmãos do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli e do ex-controlador do banco Master Daniel Vorcaro à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado, é montar a teia de conexões nos Três Poderes do ex-banqueiro. Vieira quer expor os nomes da República que estão ligados à maior fraude financeira do país. A ideia é avaliar qual o grau de participação do ministro no caso para definir se há razões para se promover um pedido de impeachment. Na hipótese de Vorcaro não comparecer à CPI, o senador espera conseguir esse objetivo na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), onde Vorcaro deve comparecer em 10 de março. Os senadores querem o ex-banqueiro explicando como um esquema de pirâmide cresceu tanto e quem são as pessoas que lhe deram suporte político.

CÂMARA aprova – A Câmara dos Deputados aprovou ontem, o acordo de livre-comércio firmado entre o Mercosul–União Europeia (UE), que prevê redução de tarifas de importação e exportação para diversos setores. O texto agora segue para o Senado. Na última terça-feira, o Parlamento do Mercosul (Parlasul) já havia aprovado o documento, que agora tramita como projeto de decreto legislativo.

TORNOZELEIRA incômoda – A Polícia Federal cumpriu nesta quarta-feira (25) mandado de busca e apreensão e instalação de tornozeleira eletrônica contra mais um suspeito de participar do vazamento de dados de integrantes do STF (Supremo Tribunal Federal) e de seus parentes. A determinação foi feita pelo ministro Alexandre de Moraes —a investigação sobre os vazamentos foi incluída no inquérito das fake news, aberto em 2019 e do qual o ministro é relator. O mandado desta quarta-feira foi cumprido em relação a uma pessoa do Rio de Janeiro. Com ela, a apuração soma ao menos seis alvos até o momento.

APARAR arestas – Em uma reunião com deputados, senadores e dirigentes do seu partido, na tarde desta quarta-feira (25), o pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez acenos após brigas no clã, pediu por união da direita e chorou ao falar da prisão do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O senador anunciou que protocolou uma PEC (proposta de emenda à Constituição) para acabar com a reeleição no país —uma das propostas que ele tem defendido na pré-campanha. O texto tem o apoio de 14 parlamentares até agora, e são necessários 171 deputados ou 27 senadores para que a proposta seja protocolada. A imprensa não teve autorização para acompanhar o encontro, mas congressistas relataram que a intenção de Flávio foi aparar arestas e engajar sua base para a campanha, ressaltando que está feliz com o resultado das pesquisas sobre a disputa contra Lula (PT). Emocionado, Flávio falou sobre a visita que fez nesta quarta a seu pai, preso na unidade conhecida como Papudinha, e relatou a situação debilitada do ex-presidente. Disse ainda que Bolsonaro estará com ele no dia da sua posse, em janeiro de 2027 —caso seja eleito presidente.

PLANO em rascunho – Registros feitos pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) durante reuniões na sede do PL indicam a tentativa do partido de escantear o vice-governador de Minas Gerais, Mateus Simões (PSD), na corrida pela sucessão estadual, busca por espaço em São Paulo, além de observações sobre disputas em diferentes regiões do país. Escolhido pelo governador Romeu Zema (Novo) como seu sucessor e apoiado pelo deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), Simões é descrito, nos apontamentos, como um nome que “puxa para baixo” o projeto presidencial do grupo. A expressão sugere preocupação direta com o impacto do desempenho estadual sobre a campanha nacional, em um estado considerado decisivo na corrida ao Palácio do Planalto. O documento que trata do plano eleitoral foi deixado em uma sala após reunião do PL para tratar de palanques. Depois da conversa, profissionais de imprensa que estavam no local encontraram as anotações e fotografaram o conteúdo deixado por Flávio. As páginas apresentam um panorama das articulações e sinalizam, por exemplo, a movimentação para emplacar o presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo, André do Prado (PL), no lugar de Felício Ramuth (PSD), atual vice de Tarcísio de Freitas (Republicanos). No alto do documento, o senador anotou: “ligar Tarcísio”. Flávio afirmou que os registros não expressam necessariamente sua posição pessoal e refletem “sugestões” recebidas ao longo das conversas.

RASCUNHO de Flávio expõe novo atrito com Michelle – Anotações feitas pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) sobre a formação de chapa no Distrito Federal expuseram mais um ponto de tensão entre o pré-candidato à Presidência e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL). No esboço registrado durante reuniões na sede do partido, o apoio à vice-governadora Celina Leão (PP) para o governo local aparece condicionado a uma definição do governador Ibaneis Rocha (MDB) sobre disputar o Senado. A ressalva coloca em compasso de espera um arranjo que vinha sendo tratado como natural no entorno de Michelle, aliada política de Celina no DF. Ao lado do desenho que previa Celina ao governo e duas candidaturas do PL ao Senado, com Michelle e a deputada Bia Kicis (PL), Flávio anotou que, caso Ibaneis entre na disputa pelo Senado, “não dá para oficializar” a composição. A observação indica que a direção nacional do partido mantém margem para reavaliar o palanque na capital, mesmo diante da proximidade entre Michelle e a vice-governadora.

FLÁVIO ‘quem tem que buscar apoios’ – O presidente nacional do Republicanos, deputado Marcos Pereira (SP), disse em entrevista ao GLOBO que o PL e o pré-candidato à Presidência do partido, Flávio Bolsonaro, tomam decisões que distanciam uma possibilidade de aliança nacional com a sigla nas eleições deste ano. O dirigente partidário declarou que o partido ainda não tomou nenhuma decisão sobre quem vai apoiar para presidente, mas reclamou de costuras feitas por Flávio e o PL que atrapalham os planos eleitorais do Republicanos. Pereira se queixou, por exemplo, das tentativas do presidente do PL, Valdemar Costa Neto, de tentar filiar o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, e tirá-lo do Republicanos, e também criticou a decisão, articulada por Flávio, de definir o palanque no Rio de Janeiro sem incluir o Republicanos em nenhuma vaga da chapa.

PSOL decide em março – O PSOL decidirá em 7 de março sobre a proposta de formar uma federação com o PT, apresentada no ano passado pelo partido de Lula. A decisão visa fortalecer alianças nas eleições deste ano e manter o PSOL ao lado do presidente em pautas progressistas. A proposta gerou divergências internas, com alguns membros do PT demonstrando ceticismo devido a críticas passadas do PSOL. A reunião também discutiu alianças em estados como São Paulo e Rio Grande do Sul.

LULA deve sancionar PL antifacção – O presidente Lula deve sancionar o projeto de lei antifacção, mas deve vetar a prisão preventiva automática para membros de facções, considerada inconstitucional. O governo se dividiu sobre apoiar o texto do deputado Derrite, mas houve consenso após ajustes que alinharam 75% da proposta às expectativas do Executivo. A nova legislação endurece penas e reforça mecanismos de combate ao crime organizado.

‘PACTO de paz’ entre Paes e Castro inviável – A definição da chapa da direita para a eleição no Rio, com Flávio Bolsonaro presente, inviabiliza um acordo entre o governador Cláudio Castro e o prefeito Eduardo Paes. O plano de eleger Nicola Miccione para mandato-tampão enfraquece, com Douglas Ruas ganhando destaque. Paes critica o governo, acusando-o de cumplicidade com o crime. A situação jurídica de Castro e a consolidação de Flávio como presidenciável complicam o cenário político.

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