Não existe neutralidade possível diante de uma agressão clara. Em uma guerra, ficar em cima do muro é escolher a conveniência em vez da verdade. A invasão da Ucrânia violou o direito internacional, a soberania de um povo e princípios que o Brasil sempre disse defender. Por isso, afirmo com clareza: o lado correto da história é ao lado do povo ucraniano, da legalidade, da paz construída com respeito e não imposta pela força.
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