O novo presidente do Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga), Alexandre Velho, e o secretário da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), Edivilson Brum, se reuniram nesta segunda-feira (9/2) para o ato simbólico de assinatura do termo de posse como presidente da instituição.
Velho, que já está à frente do Irga desde a sua nomeação na semana passada, disse que ocupar a presidência do Instituto exige responsabilidade e que é “um órgão fundamental para produção de arroz, um banco genético para pesquisa e extensão que traz ferramentas fundamentais para sustentabilidade do setor. O arroz gaúcho responde não só pela arrecadação de impostos, mas por um impacto social e econômico direto, por um protagonismo que gera emprego e que corresponde por 70% da produção nacional de arroz”, destaca.
O novo titular do Irga enfatizou que é preciso um olhar abrangente para a abertura de novos mercados entre a oferta e a demanda do cereal, um espaço que contemple todos os elos da cadeia produtiva. O presidente Velho destacou também que para enfrentar o alto custo de produção é preciso alta produtividade e novas alternativas para uso do arroz, como, por exemplo, o uso do arroz na produção de etanol.
O secretário Brum ressaltou a trajetória e a experiência do novo presidente do Irga e afirmou que a nova gestão dará continuidade às políticas públicas já em andamento pelo governo do Estado, apoiando o produtor rural. “As demandas do setor são de conhecimento do novo presidente, que possui ampla experiência na área e também atua como produtor de arroz”, enfatiza Brum.
Trajetória e experiência no setor orizícola
Alexandre Azevedo Velho é produtor rural com sólida trajetória no agronegócio gaúcho, atuando há mais de 40 anos na produção de arroz e há 12 anos no cultivo de soja. Em sua trajetória, exerceu funções de liderança representativa no setor, tendo sido presidente da Associação de Arrozeiros de Mostardas no período de 2012 a 2016.
Em âmbito estadual, foi vice-presidente da Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz), de 2016 a 2019. Em 2019 assumiu a presidência da Federarroz onde permaneceu no cargo até 2025.
Alexandre Velho integra o Conselho do Senar e o Conselho da Embrapa Arroz e Feijão. Em 2024, recebeu o Troféu Guri em reconhecimento ao projeto Drenar RS. Também foi homenageado na Expointer com a Medalha Assis Brasil, concedida pelo Governo do Estado a personalidades que se destacam na defesa e no crescimento do agronegócio gaúcho.
