qua, 17 de julho de 2024

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Governo Federal anula leilão para compra de arroz importado

O governo federal anunciou, nesta terça-feira (11/06), a anulação do leilão para compra de arroz importado.

A medida havia sido solicitada pelos integrantes da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) após suspeitas de irregularidades no processo.

Na última semana, Hamm aprovou requerimento na Comissão de Agriculta para convocar o ministro da Agricultura, Carlos Favaro, para prestar esclarecimentos sobre a decisão de importar 168 mil toneladas de arroz da Ásia. A audiência está marcada para o dia 19 de junho na CAPADR.

Os deputados Afonso Hamm (PP-RS), Adriana Ventura (Novo-SP), Marcel Van Hattem (Novo-RS) e Lucas Redecker (PSDB-RS), e os deputados estaduais gaúchos Marcus Vinícius de Almeida (PP) e Felipe Camozzato (Novo), ainda entraram com pedido de suspensão imediata do leilão até que o TCU analise o caso e que sejam ouvidos os gestores da Conab responsáveis pelo certame. A ação também requer a anulação do leilão.

Durante reunião da FPA, Hamm reiterou que a compra de arroz importado era um absurdo. “Nós denunciamos e mostramos para a sociedade que nada justificava a decisão de investir R$ 7,2 bilhões de reais na compra de arroz importado, quando nós temos produção suficiente no país”, enfatiza o deputado ao destacar que esses recursos poderiam ser investidos na recuperação e na reconstrução do agro gaúcho.

O parlamentar também demonstrou preocupação com a condição sanitária do grão importado, o qual é submetido a defensivos não homologados pela ANVISA.

Com a suspensão do certame, Hamm espera que o Governo Federal apresente um programa de apoio ao agro gaúcho.

Lorenzoni e Camozzato oficiam MP de Contas sobre projetos do governo que reestruturam carreiras

Os deputados Rodrigo Lorenzoni (PL) e Felipe Camozzato (NOVO) protocolaram na tarde desta quarta-feira (17), no Ministério Público de Contas do Estado do Rio Grande do Sul, ofício alertando o Procurador-Geral Ângelo Borghetti sobre possível manobra fiscal imprudente e gestão temerária por parte do governador Eduardo Leite.   A decisão de recorrer ao MPCRS foi tomada após os deputados conhecerem