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Eletrobras CGT Eletrosul reforça sistema de transmissão para atendimento ao Rio Grande do Sul

Subestação Nova Santa Rita foi parcialmente reenergizada e amplia atendimento da Grande Porto Alegre. Mais de 120 profissionais trabalham na recuperação de sistema de transmissão atingido pelas enchentes
A Eletrobras vem trabalhando intensamente na preservação da infraestrutura que atende a população do Rio Grande do Sul, diante das inundações e deslizamentos de encostas provocados pelas fortes chuvas que atingiram o estado entre final de abril e início de maio, com volumes superiores à média histórica. Nesse período, a empresa vem executando diversas medidas emergenciais para o restabelecimento de ativos de transmissão atingidos pelas enchentes.
A rápida resposta de planejamento, aliada à capacidade técnica dos profissionais da subsidiária Eletrobras CGT Eletrosul diante da situação de calamidade, garantiram a continuidade da transmissão de energia. Neste momento, mais de 120 profissionais estão em campo atuando no Rio Grande do Sul, incluindo técnicos do próprio estado e o apoio de colaboradores de outras regiões do país, como Santa Catarina, Paraná e Mato Grosso do Sul.
No domingo (19.05), a Subestação Nova Santa foi reenergizada parcialmente, após mais de duas semanas totalmente alagada. Uma das ações fundamentais para o suprimento ocorreu devido à conclusão do processo de reenergização da Linha de Transmissão 525 kV Itá – Gravataí, formada pela composição das LT 525 kV Itá – Nova Santa Rita C1 e LT 525 kV Nova Santa Rita – Gravataí. Por meio da Subestação Gravataí, a medida traz maior confiabilidade no atendimento às demandas de carga do Rio Grande do Sul, em especial à Região Metropolitana de Porto Alegre, já que parte da infraestrutura do Sistema Interligado Nacional (SIN) no estado ainda se encontra afetada pelo impacto das fortes chuvas.
Cerca de 70 profissionais da Eletrobras CGT Eletrobras seguem trabalhando nas instalações da Subestação Nova Rita para a retomada completa da operação. O empreendimento possui capacidade de transmissão de 2.688 MVA, o que corresponde a mais de 50% do consumo médio do estado do Rio Grande do Sul.
Outras atividades complementares e em parceria com concessionárias de transmissão possibilitaram que linhões de 230 kV da CEEE/CPFL-T fossem energizados a partir dessa quarta-feira (22.05), fortalecendo a Subestação Cidade Industrial, atendendo as subestações Lajeado 2 e Candelária 2.
Durante as intensas chuvas, ocorreram diversos alagamentos, deslizamentos de encostas e enxurradas com muito entulho que afetaram várias linhas e torres de transmissão da Eletrobras CGT Eletrosul: LT 525 kV Itá – Caxias; LT 525 kV Itá – Nova Santa Rita (circuito 1 e 2); LT 230 kV Caxias – Lajeado Grade; LT 525 kV Campos Novos – Caxias; LT 230 kV Monte Claro – Vinhedos; LT 525 kV Campos Novos – Nova Santa Rita. Todas as linhas estão sendo recuperadas, sendo que algumas continuaram energizadas.
A Eletrobras, por meio da subsidiária Eletrobras CGT Eletrosul, está concentrando todos os esforços necessários para a retomada completa da operação dos ativos de transmissão o mais breve possível no Rio Grande do Sul.
Confiabilidade do Sistema de Transmissão
Mesmo diante desse cenário excepcional, várias ações foram tomadas para garantir a confiabilidade da transmissão no estado, sendo que os demais ativos da Eletrobras CGT Eletrosul contribuíram para manutenção do suprimento total de transmissão de energia elétrica na região: subestações Gravataí, Gravataí III, Ijuí II, Farroupilha, Caxias, Caxias V, Passo Fundo, Charqueadas, Monte Claro, Tapera II, Santa Maria III, Roque Gonzales, Santo Ângelo, Marmeleiro, Povo Novo, Lajeado Grande, Santa Vitória do Palmar e Atlântida II, Nova Petrópolis; assim como módulos de transmissão em Guaíba III, Santa Cruz, Livramento, Presidente Médici, Gravataí II, Osório II, Camaquã III, Quinta, Caxias VI, Vinhedos, Garibaldi, Nova Prata, Vila Maria, Macambará,  Macambará II e Macambará III operam normalmente.
Hidrelétrica Passo de São João
No segmento de geração, a Hidrelétrica Passo de São João, localizada entre os municípios de Roque Gonzales e Dezesseis de Novembro, no noroeste do Rio Grande do Sul, permaneceu em condição normal de operação durante a cheia do rio Ijuí, seguindo as diretrizes do Plano de Ação de Emergência (PAE). O empreendimento conta com duas unidades geradoras e 77 MW de potência instalada. Já seu vertedouro é composto por seis comportas que atuam na regulação do reservatório.
Germano Rigotto

Morning Express

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