qua, 17 de julho de 2024

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Última Edição

Entidades do AGRO pedem ao município que decrete situação de emergência

Documento foi entregue à Prefeitura de Livramento

O Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural (CONDER) e o grupo de entidades que compõe o órgão, emitiram um documento ao Executivo Municipal, nesta terça-feira (14), solicitando que seja decretada situação de emergência em virtude das perdas registradas no interior do município com o excesso de chuva.

O documento atesta que Sant’Ana do Livramento já apresenta danos na agricultura e na pecuária, além do meio ambiente. Segundo o CONDER, o órgão tem recebido, diariamente, relatos da diminuição do tráfego nas estradas rurais onde famílias e trabalhadores estão ficando isolados, sem comunicação viária, pelo excesso das chuvas que vem causando estragos consideráveis no pavimento de rodagem não permitindo que os produtores consigam escoar suas produções e nem receber insumos.

Culturas como a soja e a produção de leite já apresentam grandes prejuízos, porque os caminhões ficam diretamente atolados, causando prejuízo à agricultura e também à pecuária. Os produtores também não conseguem enviar animais para o abate; os hortigranjeiros estão sem distribuição; escolas do meio rural sem aulas e sem acesso, tudo esses agravantes contribuem para as perdas.

As entidades rurais que assinam o pedido são: ASEAGRO – Associação Santanense de Engenheiros Agrônomos, EMATER/ASCAR, IRGA, Sindicato e Associação Rural, Associação Santanense de Hortigranjeiros, Secretaria Municipal de Agricultura, COPERFORTE, Sindicato dos Trabalhadores Rurais, UERGS Universidade da Região da Campanha, URCAMP – ASA, Associação Santanense de Apicultores.

Lorenzoni e Camozzato oficiam MP de Contas sobre projetos do governo que reestruturam carreiras

Os deputados Rodrigo Lorenzoni (PL) e Felipe Camozzato (NOVO) protocolaram na tarde desta quarta-feira (17), no Ministério Público de Contas do Estado do Rio Grande do Sul, ofício alertando o Procurador-Geral Ângelo Borghetti sobre possível manobra fiscal imprudente e gestão temerária por parte do governador Eduardo Leite.   A decisão de recorrer ao MPCRS foi tomada após os deputados conhecerem