dom, 21 de abril de 2024

Variedade Aplateia | 20 e 21.04.24

Nesta segunda, inicia a 4ª Conferência Nacional de Cultura em Brasília

Três delegados foram eleitos para representar Livramento no evento
Gabriel Augusto, Barbara Larruscahim e Evelin Jiane
Foto: Cedida

Nesta segunda-feira (4), inicia a 4ª Conferência Nacional de Cultura, em Brasília. Após 10 anos sem acontecer o evento, esta é uma conquista da sociedade na retomada da elaboração das políticas públicas para o setor e na construção do Plano Nacional de Cultura.

Em Sant’Ana do Livramento foram eleitos 3 delegados para participar da conferência, realizada entre os dias 04 ao 08 de março, em Brasília. Os delegados eleitos foram, Barbara Larruscahim da Costa , Coordenadora do Colegiado Setorial de Artes Visuais do Estado do Rio Grande do Sul, Gabriel Augusto Fernandes Barbosa, e Evelin Jiane Xavier dos Santos.

Representantes culturais da região Sul marcarão presença na 4ª Conferência Nacional da Cultura (CNC), no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília. Dos aproximadamente 1.300 delegados previstos para participar do evento, 133 pertencem à região. Destes, 42 são do Paraná, 49 do Rio Grande do Sul e 42 de Santa Catarina. A maior parte deles foi eleita durante as conferências regionais realizadas nos municípios, nos estados e no Distrito Federal.

Com o tema “Democracia e Direito à Cultura”, a 4ª CNC vai reunir mais de 3 mil pessoas para debater políticas culturais com ampla participação da sociedade, visando o fortalecimento da democracia e a garantia dos direitos culturais em todos os âmbitos da federação, de forma transversal com as políticas públicas sociais e econômicas do Brasil.

A 4ª CNC é realizada pelo MinC e pelo Conselho Nacional de Política Cultural (CNPC), e correalizada pela Organização de Estados Ibero-Americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura no Brasil (OEI). Além disso, conta com apoio da Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (Flacso Brasil).

O Festival da Cultura, que também integra a programação, é apresentado e patrocinado pelo Banco do Brasil, com a realização do MinC e do CNPC, correalização da OEI e apoio da Flacso Brasil.

Até quando mulheres serão mortas por serem mulheres?

Revoltante. Esta é uma das palavras que pode ser utilizada para adjetivar os casos de feminicídios que estão acontecendo na Fronteira “da Paz”. Onde está a sociedade quando um crime desses acontece? Sim, sociedade. Apesar dos territórios, sejam eles brasileiro ou uruguaio, terem por dever garantir a segurança dos seus cidadãos, todos que fazem parte da comunidade têm uma parcela