qua, 17 de julho de 2024

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Índices europeus e futuros americanos sobem antes de novas negociações entre Ucrânia e Rússia

Os índices futuros dos EUA e bolsas da Europa operam em alta na manhã desta terça-feira (29), antes de mais uma rodada de negociações de paz entre ucranianos e russos na Turquia.

Autoridades ucranianas disseram que não abririam nenhum corredor humanitário na segunda-feira para permitir a evacuação de civis à luz de informações que sugerem que forças russas podem estar planejando um ataque às rotas de evacuação.

Enquanto isso, os investidores também estão de olho no Fed, já que mais bancos de Wall Street apostam em aumentos de meio ponto depois que o presidente Jerome Powell indicou que são possíveis aumentos mais agressivos.

Na agenda econômica, os mercados estão aguardando a divulgação dos dados de confiança do consumidor e preços de imóveis nos EUA.

Por aqui, o Ministério de Minas e Energia (MME) confirmou a indicação de Adriano Pires para presidência da Petrobras, no lugar de Silva e Luna, após semanas de fritura do presidente da estatal desde a disparada dos preços dos combustíveis com a guerra na Ucrânia.

Em indicadores, investidores aguardam pela divulgação de dados do Caged, com consenso Refinitv de criação de 210 mil vagas de empregos em fevereiro.

Com relação à temporada de resultados corporativos, hoje tem a divulgação de balanços de empresas de peso, como Cemig (CMIG4), Copasa (CSMG3), Bradespar (BRAP4) e Rede D’or (RDOR3).

Bolsas em alta nesta terça-feira. O EuroStoxx avança 2,2%, os futuros do S&P 500 e do Nasdaq100 sobem 0,4% e 0,3%, respectivamente. As bolsas na Ásia fecharam positivas com o Nikkei e o Hang Seng avançando 1,1%. O VIX cai 0,1 ponto para 19,5. Nas moedas, o DXY avança recua 0,3% em 98,8. As moedas de emergentes operam positivas contra o dólar. Nas commodities, o preço do petróleo avança 1,1% para USD 113,8/bbl, os futuros curtos do minério de ferro sobem 0,1% para 153,8 dólares por tonelada e os grãos recuam. As Treasuries curtas abrem 9 bps enquanto as longas abrem 5 bps.

A Casa Branca apresentou um orçamento de USD 5,8 tri para 2023 com aumento em gastos de defesa, contrastando com o do ano passado, que focava em educação e mudanças climáticas, agendas que estão travadas no congresso. O orçamento ainda prevê redução do déficit via aumento de impostos sobre indivíduos que possuem mais de USD 100 milhões e aumentando o imposto de renda sobre empresas de 21% para 28%.

No Brasil, Bolsonaro decidiu pela substituição de Silva e Luna da presidência da Petrobrás por Adriano Pires. O presidente da República já vinha fazendo fortes críticas ao ex-CEO desde o último aumento de preços. A escolha do novo presidente não passou por Paulo Guedes (segundo apuração do Valor), no entanto, Pires é defensor da política de preços atual (http://glo.bo/3iK4Pwd e http://glo.bo/3r6mAdV).

Curtas: Servidores do BC aprovam greve a partir de primeiro de abril, atrasando a divulgação de serviços como o relatório FOCUS, por exemplo. (http://glo.bo/3qLeqXU);

Bolsonaro é levado ao hospital após setir desconforto (https://bit.ly/3tPuABM) Agenda BCB: Fernanda Guardado tem reunião privada sobre conjuntura econômica com banco estrangeiro. Agenda: No Japão, a taxa de desemprego de fevereiro ficou abaixo das expectativas (2,7% vs 2,8%). Na Alemanha, a confiança do consumidor de abril veio abaixo do esperado (-15,5 vs -14,5).

No Brasil, o CAGED de fevereiro será divulgado às 9:30 (exp. 220k mercado e 180k da XP). Nos EUA, a confiança do consumidor de março será divulgada às 11:00 (exp. 107,0). Frase do dia na Bloomberg: “I think all great innovations are built on rejections.”- Louise Nevelson.

Executivo pode estar querendo induzir Legislativo a irregularidade, adverte Lorenzoni

Depois de conhecer a estimativa do governo para o custo do pacote que prevê a reforma nas carreiras do funcionalismo, o deputado Rodrigo Lorenzoni foi à tribuna da Assembleia Legislativa RS, para manifestar suas principais preocupações. A bancada do PL, segundo o líder Rodrigo, “respeita, reconhece a importância do trabalho do servidor público e, da mesma forma, reconhece a legitimidade