qui, 18 de julho de 2024

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Delegado afirma já ter nome de homem que agrediu mulher durante manifestação em Porto Alegre

A Polícia Civil afirma que já tem o nome de um homem que desferiu socos em uma mulher durante protesto, na tarde de domingo (19), no Centro Histórico de Porto Alegre. Imagens registradas por GaúchaZH mostram o agressor atacando duas vezes a vítima, que chega a cair no chão. No entanto, a identificação ainda é preliminar e os agentes buscam provas da autoria do  crime.

Segundo o delegado, policiais estão usando as imagens da reportagem e de outras pessoas que estavam no local e registraram o fato. Redes sociais também foram analisadas.

Além disso, agentes ouviram o depoimento da vítima, que registrou ocorrência contra o homem. Nos próximos dias, imagens de câmeras de segurança da área serão  procuradas para verificar crimes cometidos por outras pessoas.

Para o delegado, o crime é uma lesão corporal dolosa, infração penal considerada de menor potencial ofensivo:

— A vítima tem que querer representar contra o autor, logo que ele seja identificado, e ele vai ser chamado para prestar esclarecimento sobre o fato. A vítima foi encaminhada para exame de corpo de delito para saber a gravidade das lesões. Mas, pelo que se sabe, as lesões não causaram nenhum dano permanente.

O protesto ocorreu em frente ao Comando Militar do Sul. Manifestantes defendiam atos contrários à Constituição Federal: o fechamento do Congresso, do Supremo Tribunal Federal e intervenção militar. Eles também pediam o fim das medidas de isolamento social em meio à pandemia de coronavírus.

Fonte GauchaZH

Lorenzoni e Camozzato oficiam MP de Contas sobre projetos do governo que reestruturam carreiras

Os deputados Rodrigo Lorenzoni (PL) e Felipe Camozzato (NOVO) protocolaram na tarde desta quarta-feira (17), no Ministério Público de Contas do Estado do Rio Grande do Sul, ofício alertando o Procurador-Geral Ângelo Borghetti sobre possível manobra fiscal imprudente e gestão temerária por parte do governador Eduardo Leite.   A decisão de recorrer ao MPCRS foi tomada após os deputados conhecerem