seg, 15 de julho de 2024

LOGO GRUPO A PLATEIA capa branco
Variedades Digital | 13 e 14.07.24
Aplateia Digital | 13 e 14.07.24

Última Edição

Mais um réu do Caso Kiss pede para ser julgado fora de Santa Maria

Defesa de sócio da boate Mauro Hoffmann entrou com pedido de desaforamento no Tribunal de Justiça. Julgamento dele e mais dois réus está marcado para 16 de janeiro. Tragédia que vitimou 242 pessoas completa sete anos na próxima segunda-feira.

Mais um réu do caso da boate Kiss pediu para ser julgado fora de Santa Maria. Segundo o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, a defesa de Mauro Londero Hoffmann, um dos sócios da boate, entrou com pedido de desaforamento, alegando como motivo a preservação da imparcialidade dos jurados, a integridade física do réu e a segurança dos envolvidos.

O julgamento do caso está marcado para o dia 16 de março, na cidade da Região Central do Estado. Irão ao banco dos réus Mauro, o produtor Luciano Bonilha e o músico Marcelo de Jesus dos Santos.

O quarto réu, sócio da boate Elissandro Spohr, obteve o desaforamento e deve ser julgado em Porto Alegre, em data ainda a ser definida. O MP pediu ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) que Spohr seja incluído no julgamento de Santa Maria.

O pedido de Mauro foi negado pelo desembargador Honório Gonçalves da Silva Neto. Mas ainda será julgado pela 1ª Câmara Criminal.

O magistrado considerou que, mesmo em caso de acolhimento do pleito, seria mantido o julgamento de um dos réus [no caso, Luciano Bonilha]. Ainda, estando a dois meses da data marcada, o pleito de desaforamento será apreciado antes disso pela 1ª Câmara Criminal, não havendo necessidade, neste momento, de suspensão do julgamento em Santa Maria.

Além de Mauro, o músico Marcelo também entrou com pedido de desaforamento, na semana passada. A liminar foi negada e o mérito deve ser julgado.

A tragédia completa sete anos na próxima segunda-feira (27). Os quatro réus responderão pelos crimes de homicídio qualificado por motivo torpe e emprego de fogo, asfixia ou outro meio insidioso ou cruel que possa resultar perigo comum, consumado 242 vezes e tentado 636 vezes.

Fonte: G1/RS

Foto: Igor Grossmann/G1 RS

Terra sem-lei

Certamente você já ouviu falar na expressão “terra sem-lei”. A expressão refere-se a um lugar onde todos fazem o querem, sem pensar nas consequências, o que não é o caso do Brasil. O exemplo claro disso é a decisão, desta semana, do juiz Everton Padilha Soares, do Juizado Especial Cível da Comarca de Sant’Ana do Livramento. O magistrado condenou o

Agilidade para liberar renegociação

Só depende de votação do Senado Federal a criação de um REFIS para os débitos contraídos pelos partidos políticos brasileiros em razão de descumprimento de obrigações referentes a prestações de contas, cumprimento de prazos ou ainda por eventual uso indevido de recursos de fundos partidário ou eleitoral. A Câmara dos Deputados já aprovou a PEC que propõe o refinanciamento de