seg, 15 de julho de 2024

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Chuvas afetam o potencial produtivo das lavouras de arroz

Novas previsões de mau tempo, para os próximos dias, no Rio Grande do Sul, podem afetar a produtividade das lavouras de arroz. Os grandes volumes de chuvas, fortes rajadas de vento e até granizo em algumas regiões dedicadas ao cultivo do cereal preocupam os produtores. Em alguns municípios, as precipitações ultrapassaram 400 milímetros em outubro, causando prejuízos e transtornos às comunidades locais.

De acordo com o presidente da Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz), Alexandre Velho, a instabilidade do clima já está causando atraso no manejo das áreas plantadas. Citando informações do Instituto Riograndense do Arroz (Irga), o dirigente destaca que a semeadura da lavoura do Estado, até 25 de outubro, somava 48,40%. “Algumas áreas do Estado poderão ficar impedidas de aproveitar aquele que seria o melhor período para o plantio que se encerra no dia 15 de novembro”, alerta.

As recentes chuvas ocorridas nesta semana e a expectativa de novas precipitações começam a deixar muito ajustada a janela para o melhor período recomendado à semeadura do arroz irrigado, que é até o dia 15 de novembro, para todas as regiões arrozeiras. Por regiões, a semeadura atingiu, 76,27% na Fronteira-Oeste, 53,18% na Zona Sul, 50,45% na Campanha, 40,93% na Planície Costeira Interna, 17,19% na Planície Costeira Externa e 10,72% na Depressão Central.

Terra sem-lei

Certamente você já ouviu falar na expressão “terra sem-lei”. A expressão refere-se a um lugar onde todos fazem o querem, sem pensar nas consequências, o que não é o caso do Brasil. O exemplo claro disso é a decisão, desta semana, do juiz Everton Padilha Soares, do Juizado Especial Cível da Comarca de Sant’Ana do Livramento. O magistrado condenou o

Agilidade para liberar renegociação

Só depende de votação do Senado Federal a criação de um REFIS para os débitos contraídos pelos partidos políticos brasileiros em razão de descumprimento de obrigações referentes a prestações de contas, cumprimento de prazos ou ainda por eventual uso indevido de recursos de fundos partidário ou eleitoral. A Câmara dos Deputados já aprovou a PEC que propõe o refinanciamento de