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Escândalo em capítulos

Sucessão de denúncias coloca político santanense no topo do noticiário estadual

Investigado pelo Ministério Público por suspeitas sobre falsificação de diárias e de ficar com salários de assessores, Edu Olivera foi pauta permanente na mídia gaúcha nesta semana

O advogado santanense Eduardo Rafael Olivera – ou simplesmente Edu Olivera, como usa – teve nesta última semana todo espaço de divulgação com que sonha qualquer político. Desde domingo passado, 23, quando o programa Fantástico, da Rede Globo, veiculou matéria investigativa envolvendo seu nome, ele foi pauta permanente na imprensa do Rio Grande do Sul. Só que a exposição, com certeza, não é nada do que sonharia qualquer político em atividade. Prestes a encerrar seu mandato como deputado estadual pelo PDT, Edu está sendo investigado pelo Ministério Público por vários supostos crimes, entre eles o uso indevido de diárias – inclusive com falsificação de relatórios de viagem para justificar as despesas – e do favorecimento de assessores, que supostamente recebiam da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul sem efetivamente exercer atividades na Casa .
Dentre os assessores beneficiados estariam os advogados santanenses Edson Peruchein e Ivan Garcia, segundo matérias exclusivas divulgadas pela RBS TV. Em reportagem especial divulgada em capítulos pela emissora gaúcha nos programas Jornal do Almoço e RBS Notícias, principalmente, o repórter Giovani Grizotti mostrou flagrantes de que os assessores, lotados no gabinete de Edu Olivera na Assembleia Legislativa, em Porto Alegre, exerciam suas atividades profissionais como advogados, na maior parte do tempo, em seus escritórios particulares em Livramento, mesmo assim recebendo os vencimentos normalmente pagos pela Assembleia gaúcha.
Pastor inocente

Uma das denúncias que causou maior repercussão, dentre todas as informações mostradas pela RBS TV, envolve o pastor evangélico e cantor gospel Rafael Ribeiro Bueno. Apontado como funcionário fantasma do gabinete de Edu Olivera, o Pastor recebia R$ 4 mil por mês da Assembleia Legislativa e ainda recebia diárias para custear suas apresentações em cidades do interior.
Ouvido pela reportagem da RBS TV, o pastor negou uso indevido de diárias e disse que não sabia que ele e a mulher tinham que “dar expediente no gabinete” de Edu, na Assembleia. Chegou a afirmar, na entrevista, que se soubesse que era para estar no gabinete, não teria aceitado o cargo de assessor. “No caso, nunca nos foi passado isso. Nos foi falado agora nessa última semana, ‘olha, tem de estar aqui’, que bateu desespero no pessoal, mas não sabíamos disso, não tínhamos conhecimento disso antes”, disse o pastor.

Germano Rigotto

Morning Express

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