seg, 15 de julho de 2024

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Domingo é dia de escolha nas urnas

Eleitores do Rio Grande do Sul se preparam para eleger o novos Chefes dos Executivos estadual e federal

Candidato ao Governo do Estado,
Eduardo Leite (PSDB)
Candidato à Presidência da República,
Jair Bolsonaro (PSL)
Candidato à Presidência da República,
Fernando Haddad (PT)
Candidato ao Governo do Estado,
José Ivo Sartori (MDB)

Mais de 147 milhões de eleitores devem ir às urnas no segundo turno das eleições gerais do Brasil neste domingo, 28 de outubro. Em Sant’Ana do Livramento 73.748 cidadãos devem registrar seus votos aos dois candidatos de sua escolha. Assim como outros 12 estados, o Rio Grande do Sul deve escolher o seu próximo governador. A escolha fica entre Eduardo Leite (PSDB) e José Ivo Sartori (MDB). O eleitor deverá votar primeiro para governador e, em seguida, para presidente, digitando, para cada cargo, dois números. A ecolha para o Palácio do Planalto fica entre Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT).

Mudanças em Livramento e cobertura 

De acordo com o Cartório Eleitoral de Sant’Ana do Livramento, no segundo turno não haverá grandes mudanças em relação ao primeiro. O destaque fica para aqueles que votam na Universidade Federal do Pampa (Unipampa). O acesso às seções se dará pela rua Conde de Porto Alegre e não pela Barão do Triunfo.
No domingo (28) o Grupo A Plateia rterá cobertura especial desde às 7h na rádio RCC FM (95,3), TV A Plateia e no site (aplateia.com.br).

Eleitores aptos a votar no segundo turno

O eleitor que não votou no primeiro turno das Eleições 2018, no domingo 7 de outubro, poderá votar no segundo turno, em 28 de outubro, desde que esteja em situação regular com a Justiça Eleitoral. Ou seja, o título eleitoral precisa se encontrar ativo, não podendo estar cancelado ou suspenso.
A Justiça Eleitoral considera cada turno de votação como uma eleição independente, e o não comparecimento à primeira rodada de votação não impede o comparecimento às urnas no segundo turno. Por ser uma eleição independente, o eleitor ausente no primeiro turno é obrigado a justificar a ausência. A mesma regra vale para o cidadão que não votar no segundo turno. Quem não comparecer às urnas, deverá apresentar suas justificativas à Justiça Eleitoral. De qualquer modo, o eleitor que ainda não tiver justificado sua ausência no primeiro turno não está impedido de votar no segundo exatamente, porque têm até 60 dias para fazê-lo no Cartório Eleitoral.

Urnas com ocorrências no primeiro turno passaram por auditoria

Apesar da presidente do Tribunal Superior Eleitoral ter afirmado por diversas vezes que as urnas são confiáveis, ainda existem muitas dúvidas. Em Sant’Ana do Livramento, por exemplo, alguns eleitores relataram e denunciaram que os votos depositados nas urnas não eram os mesmos que apareciam na tela do equipamento. Na semana passada, uma auditoria da Ordem dos Advogados do Brasil, Polícia Federal e dos partidos PT e PSL, além dos reclamantes, foi realizada para constatar os problemas que não foram encontrados. Para a Chefe do Cartório Eleitoral de Livramento, é necessário ter calma na hora de depositar o voto. “Digite o número dos seus candidatos e só confirmem após ter certeza”, afirmou Célia Escosteguy.

O que esperam os eleitores?

Nesta semana, a reportagem da Plateia saiu às ruas para saber do eleitor santanense qual expectativa tem em relação aos próximos governantes que disputam o cargo de Presidente da República e de Governador do Estado do Rio Grande do Sul.
Saúde, educação, previdência, transporte e segurança pública: os temas mais recorrentes na expectativa dos eleitores para decidir os governantes. É a sociedade que dita os assuntos que devem ser tratados nas campanhas para que um presidenciável, por exemplo, chegue ao posto de mais alto cargo do Executivo.
Neste cenário incerto de eleições, o jogo político mostra que é necessário correr atrás e atender às principais demandas da população. Mas, afinal, o que esperam os eleitores? A segurança pública tomou espaço na opinião pública. Saúde e educação, assuntos que fazem sempre parte da demanda populacional, também estiveram na lista, com pedidos de melhores investimentos. Os problemas nos transportes públicos também foram citados com foco na infraestrutura.

Lenir da Silva, professora

“Espero que eles sejam mais sensíveis às necessidades do povo que pensem uma maneira correta de trabalhar para resgatar a vida do funcionalismo, a economia, a saúde e a educação. Eu sou professora e vejo com uma amargura profunda o desastre em matéria de educação, os alunos se evadindo, a escola pobre, os professores mal pagos, recebendo atrasado, parcelado e a escola sem atrativo para manter o jovem que tem perspectivas de vida. Um exemplo é nossa cidade, de um senso que foi feito há pouco tempo cinco mil pessoas indo embora, o SENAE fechou e não existe cursos profissionalizantes que possam reter o jovem para que ele valorize a nossa campanha, a nossa pecuária e a vida da comunidade porque o jovem que se qualifica em outro lugar dificilmente volta para enobrecer e ajudar impulsionar o progresso da nossa cidade ”

Cristiane Almeida, funcionária pública

“Minha expectativa é que os governantes eleitos sejam devidamente cobrados segundo os eleitores, e na verdade, expectativas grandes não tenho, só de que eles sejam devidamente cobrados de suas ações e fiscalizados, até o momento não tenho candidato definido ”

Lúcia Moreira, médica aposentada.

“Espero que vença quem pensa no Brasil como um todo, como um povo e não como um partido. Que faça benefícios para a população e espero que melhore. Tenho candidato definido sim, estou torcendo para que tudo dê certo. O Brasil precisa melhorar, eu quero que os jovens fiquem e invistam no país, que não vão embora buscando segurança e oportunidade. O Brasil, tem, mas precisamos de bons gestores. Eles estão para trabalhar para o povo e não para eles próprios, disso estamos cansados ”

Terra sem-lei

Certamente você já ouviu falar na expressão “terra sem-lei”. A expressão refere-se a um lugar onde todos fazem o querem, sem pensar nas consequências, o que não é o caso do Brasil. O exemplo claro disso é a decisão, desta semana, do juiz Everton Padilha Soares, do Juizado Especial Cível da Comarca de Sant’Ana do Livramento. O magistrado condenou o

Agilidade para liberar renegociação

Só depende de votação do Senado Federal a criação de um REFIS para os débitos contraídos pelos partidos políticos brasileiros em razão de descumprimento de obrigações referentes a prestações de contas, cumprimento de prazos ou ainda por eventual uso indevido de recursos de fundos partidário ou eleitoral. A Câmara dos Deputados já aprovou a PEC que propõe o refinanciamento de