dom, 21 de abril de 2024

Variedade Aplateia | 20 e 21.04.24

Urcamp: abertura do Congrega traz debate sobre o novo contexto educacional

O ano de 2018 foi de surpresas e inovações para a Urcamp, dentre elas o reconhecimento pelo Ministério da Educação com a nota máxima 5, na avaliação institucional. Ainda em clima de festividade, na semana dos dias 22 a 26 de outubro, ocorre o Congrega Urcamp 2018, trazendo aos estudantes, acadêmicos, professores e profissionais um clima de pesquisa e conhecimento, com o tema “Educação e Desenvolvimento Regional”, que faz referência à importância dos agentes de transformação e inovação. A abertura oficial do evento ocorreu na noite desta segunda-feira, 22.

A solenidade que dá início oficialmente ao Congrega Urcamp 2018 aconteceu no Salão de Atos da Urcamp, e a mesa foi composta pela magnífica reitora da Instituição e presidente da Fundação Attila Taborda, professora Lia Maria Herzer Quintana, juntamente à vice-reitora, professora Núbia Juliani, à coordenadora geral do Congrega e pró-reitora de inovação, pós-graduação, pesquisa e extensão, professora Elisabeth Drumm, à coordenadora da Feira das Profissões e pró-reitora de ensino, professora Virgínia Dreux, à coordenadora Acadêmica do evento, professora Súsi Barcelos e Lima e à palestrante da noite, Drª Laura Habckost.

Concentrado no Campus Central, em Bagé, o evento é palco também para dois lançamentos importantes: o Guia de Cursos da Urcamp e a campanha do Vestibular de Verão 2019. Segundo a reitora Lia Quintana, “o Congrega é um evento que a cada dia se reinventa. Só neste ano foram 58 inscrições na Mostra de Iniciação Científica Jr. (direcionada a alunos de ensino médio); vocês conseguem ter noção do que isso significa para nós, enquanto instituição?”, questionou.

A abertura dos trabalhos e da primeira noite ficou por conta da palestra da doutora em educação Laura Habckost, professora da Unisinos, que trouxe a docência como criação e os desafios na sala de aula universitária como tema principal de sua fala.

Ao propor reflexões e citar estudiosos do meio acadêmico, Laura atenta para o fato que denomina como “saberes experienciais – repertório cultural”, em que afirma que a vida torna-se mais interessante e rica em experiências porque existem pontos de conexão, bem como salienta que a arte é eficaz como elemento para pensar a docência.

Quais são as marcas que eu deixo no meu aluno?”. Ainda sobre isso, a professora deixa claro que a contemplação (de fast-foods pedagógicos) são, como dizia Foucault, um dos “perigos do nosso tempo”. “Não estou dizendo para aceitar qualquer coisa, como se aquilo fosse salvador. Inovação não significa, porém, negar a tradição, e sim reescrevê-la, sem com isso tornar-se um showman, conclui.

Texto e Fotos: Divulgação/Urcamp

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