Saúde,
uma busca cotidiana da sociedade
A conclusão, tão desejada,
é lógica: muito mais precisa
ser feito para equacionar os problemas.
Há uma infinidade de causas para
eles. Explicações para as
falhas podem ser diversas, diferentes, muitas
das quais desculpas, outras perfeitamente
procedentes.
Os problemas são de difícil
solução, pois na gestão
tripartite da saúde, a maior parte
sobra para o município, enquanto
o primo rico, a União, transfere
o que pode para o Estado - intermediário.
Mais projetos competentes devem ser encaminhados
ao governo federal, da mesma forma que o
sistema político precisa ser mais
usado, independente de partido político.
E é um dever dos agentes públicos
e da sociedade, seja por pressão
ou estímulo da comunidade local (que
passe a importar-se de pleno com o tema,
não deixando apenas para quem sofre
na pele as agruras das carências),
agindo sobre aqueles que a cada quatro anos
buscam votos nos bairros e vilas de Sant’
Ana; seja exigindo que Estadoe União
não apenas cumpram o que dita a lei
em termos de repasses para a saúde,
mas programem recursos para solucionar os
problemas, utilizando os mecanismos legais
existentes.
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