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proíbe exposição de
material pornográfico nas bancas
de revistas
Vereador Bernardo Fontoura, sugere formas
de controle para a venda de revistas e de
outras publicações de conteúdo
pornográfico

DIVULGAÇÃO
De acordo com a proposta, o material impróprio
deve ser comercializado em embalagem lacrada
e com advertência
A qualidade na formação das
crianças e dos jovens, especialmente
em relação à divulgação
de informações com apelo até
certo ponto agressivo a respeito de sexo
e sexualidade, levou o vereador Bernardo
Fontoura, a propor uma medida inédita
em termos de município, relacionada
com a regulamentação da exposição
e comercialização de revistas
e publicações pornográficas
em bancas de jornal e similares.
A idéia do legislador é evitar
que a exposição sem qualquer
critério, principalmente de fotos
de apelo sexual, acabe influenciando negativamente
na formação de crianças
e adolescentes que ainda não possuam
o necessário senso comum para julgar
os benefícios ou prejuízos
desse tipo de publicação.
Pela sugestão do vereador Bernardo,
agrupada na forma de projeto de lei que
foi aprovado por unanimidade recentemente
na Câmara Municipal, as bancas de
jornal e revistas que revendam publicações
que contenham material impróprio
ou inadequado a crianças e adolescentes,
deverão providenciar para que esse
material seja comercializado em embalagem
lacrada, com advertência, de forma
destacada, sobre o conteúdo. Caso
seja aprovado o projeto, as revistas e publicações
pornográficas somente poderão
ser expostas e vendidas em bancas de jornal
e outros estabelecimentos se estiverem lacradas
e protegidas com embalagem opaca.
Fiscalização exemplar
Bernardo Fontoura sugere que, a exemplo
do trabalho que já está sendo
feito em relação à
conscientização e fiscalização
sobre a proibição da venda
de bebidas alcoólicas a menores de
idade em bares, boates, trailers e plantões
de bebidas da cidade, também com
relação à exposição
de material de conteúdo pornográfico
em bancas de jornal e revistas seja controlado
pelo Poder Executivo, que deverá
baixar os atos necessários para a
fiscalização e o cumprimento
da determinação legal. "Essa
é uma maneira bastante simples, mas
com certeza eficiente de proteger nossas
crianças e nossos jovens até
que eles tenham a estrutura psicológica
e social necessária para decidir
por si próprios o que querem e o
que acreditam ser o correto para suas vidas",
justifica o vereador Bernardo.
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