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Bastidores

Santanense de coração assume comando de quartel no MS

O Tenente Coronel da Cavalaria Carlos André Maciel Levy, gaúcho, nascido em Bagé, mas que tem suas principais raízes fincadas no “torrão querido” de Sant’Ana do Livramento, acaba de assumir o comando do 11° RCMec, sediado em Ponta Porã, no Mato Grosso do Sul. O Carlos André é filho de coronel Sergio Alves Levy e Flávia Helena Levy, cidadãos ilustres da fronteira e com reconhecida e indispensável participação nas ações da área social em Livramento. Ainda em Livramento, estudava no Liberato Salzano Vieira da Cunha quando foi aprovado na Escola Preparatória de Cadetes do Exército em Campinas - SP. Saiu aspirante a Oficial na turma de 1995 da Academia Militar das Agulhas Negras – AMAN, fez o Curso de Educação Física do Exército, a Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais -EsAO e Escola de Comando e Estado Maior do Exército-ECEME, habilitando-se para o posto que assumiu no último dia 11, para orgulho dos pais, familiares e dos muitos amigos que tem na fronteira. Casado com Andréa Flores Levy, o Carlos André tem três filhas, com eles na foto.

Ciclistas antenados

Grupos de ciclistas que utilizam esse meio de transporte como opções de esporte, lazer ou simplesmente meio de locomoção, mesmo, estão se antenando para a oportunidade de incluir no plano uma política municipal de valorização e estímulo para a prática do ciclismo. Estão corretos. Existem inclusive recursos federais para o custeio de projetos nessa área. O prazo pra construção dos planos de mobilidade urbana no Brasil vai até abril do ano que vem.

Sem dinheiro para o carnaval

Enquanto as cidades vizinhas fazem propaganda de sua programação para os festejos de momo, buscando atrair turistas e foliões para seus hotéis, bares, restaurantes, comércio, enfim, Livramento definitivamente cancela essa possibilidade, mais uma vez, neste ano de 2018. Aos que costumam opinar que as escolas de samba devem trabalhar o ano todo para fazer carnaval sem dinheiro público mas durante todo o ano sequer chegam perto de uma quadra de escola de samba para conhecer o trabalho realizado, um simples esclarecimento: o carnaval (desfile, evento, estrutura) é uma festa pública e deve ser organizada pela Prefeitura ou por quem ela indicar para isso. As escolas se auto-organizam e, principalmente, auto-financiam, gastando, em Livramento, atualmente, em média de R$ 60 a R$ 70 mil todos os anos. Dinheiro arrecadado em seus eventos e nas doações de seus diretores e integrantes. No máximo, quando sai carnaval, as escolas recebem uma pequena ajuda de custo da Prefeitura de Livramento, correspondente a 15% ou 20% do valor que gastam – e que não é repassado quando não há desfile. É preciso conhecer a realidade para opinar, pessoal. Os carnavalescos de Livramento já se preparam para curtir o carnaval – e gastar – nas cidades vizinhas, com certeza ajudando assim no custeio da saúde, da educação, da estrutura urbana, enfim, desses municípios.

Por: ediselgarte@jornalaplateia.com WhatsApp (55) 84296522 - 25/01/2018 às 0:00

 

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