dom, 11 de abril de 2021

Jornal A Plateia Digital - 03.04.2021

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Mortes da Covid-19 são alvo de manifestação no Parque Internacional

Organizado pelo Comitê pela Democracia e Direito à Saúde, o ato contou com a participação do Sindisaúde, Sindicato dos Bancários, CPERS, Movimento Sem Terra e vereadores
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(Foto: Matias Moura/AP)

O Parque Internacional, um dos cenários mais conhecidos da fronteira seca entre Sant’Ana do Livramento e Rivera, amanheceu com cruzes colocadas nos canteiros, que dão de frente ao Largo Hugolino Andrade. O Comitê pela Democracia e Direito à Saúde realizou o ato simbólico pelos santanenses e riverenses que vieram a óbito, em decorrência da Covid-19.

O ato foi realizado com a participação de vários sindicatos, como o Sindisaúde, o sindicato dos Bancários, CPERS, entre outras entidades e parlamentares. O intuito deles não é causar medo, mas chamar a atenção para um fato que não pode ser negado, pessoas estão falecendo devido a doença.

De acordo com o presidente do Sindisaúde, Silvio Madruga, este ato é de alerta. “Enquanto seguirmos com isso de ‘é bobagem’, ‘é besteira’, vai seguir acontecendo”, afirmou Silvio. O presidente do Sindisaúde reforçou a necessidade das medidas preventivas para que o comércio possa ficar aberto, segundo ele, é de extrema importância que se tenha álcool e que seja feito o distanciamento social e utilização da máscara. Silvio clamou por mais vacinas e que a população colabore se imunizando e tomando os devidos cuidados com a sua saúde e a de terceiros.

“Nós não queremos mais cruzes, a pandemia mata pessoas e não governos, situações extraordinárias, medidas extraordinárias. O vírus não tem pátria, nem reconhece fronteiras, como sociedade civil organizada queremos colaborar na luta contra o flagelo comum e exigir medidas binacionais únicas. Somos pessoas antes de sermos cidadãos, somos avôs, mães, pais, filhos, trabalhadores, estudantes ou desempregados, sem mais cruzes. Exigimos coordenação entre os governos para estabelecer um protocolo único em nossa fronteira. A falsa oposição entre saúde e trabalho está nos matando, sem mais cruzes. Somos uma sociedade civil com capacidade de contribuir e participar de soluções, exigimos protocolo de uma única fronteira”, o enunciado do ato foi declamado por Horácio D’Ávila, representante do Comitê.

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