dom, 11 de abril de 2021

Jornal A Plateia Digital - 03.04.2021

Última Edição

Quem mira no Presidente atinge o Brasil

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Tenente-Coronel Zucco
Deputado estadual/PSL

A democracia representativa é o exercício do poder político pela população, através de seus representantes designados pelo voto e do mandato para atuar em seu nome. Isto significa que são legitimados pela soberania popular. Apesar de ser o sistema vigente no Brasil, diversos integrantes do Poder Legislativo têm sido atropelados pelo ativismo judicial em todas as instâncias.
Apesar da reiteração com frequência somos surpreendidos por decisões de tribunais que afrontam a democracia representativa. Credita-se, como forma de manipulação, à “judicialização da vida brasileira” este fenômeno. Na verdade, todavia, o protagonismo de egos inflados de julgadores geram decisões divorciadas da realidade. A vontade de milhões de brasileiros é desrespeitada por colegiados ou, pior, por decisões monocráticas que afrontam a vontade popular.
“A justiça, cega para um dos dois lados, já não é justiça. Cumpre que enxergue por igual à direita e à esquerda”, já advertiu Rui Barbosa. No Brasil forjou-se um sistema injusto em que três poderes se autoprotegem. Cria-se uma barreira que produz injustiças porque carecemos de uma fiscalização isenta, eficiente e célere.
Há pouco tempo um ministro do STF julgou-se ofendido nas redes sociais por um parlamentar. Rapidamente o magistrado determinou a prisão em flagrante do deputado, ignorando o Ministério Público e o devido processo legal. Mediante uma decisão monocrática investigou, julgou e impôs a pena, desrespeitando os trâmites legais. Tudo isso ironicamente ocorreu na mais alta corte do país que deveria ser o garantidor das garantias constitucionais.
A manipulação dos fatos é uma prática em diversos segmentos da vida nacional. É rotina em julgamentos e se estende à parte da grande mídia que distorce fatos e omite notícias positivas do Governo Federal. “Você tem o direito a suas opiniões, mas não a seus próprios fatos”, advertiu o senador norte-americano Daniel Patrick Moyhihan.
Desde o segundo turno, em novembro de 2018, há um movimento orquestrado para fragilizar a democracia representativa. O objetivo é claro: afastar toda possibilidade de reeleição do Presidente Bolsonaro. Neste esforço os inimigos da pátria destroem o Brasil, através do massacre uníssono de notícias funestas (alguém já viu reportagens sobre os mais de 90% recuperados da Covid-19 no país?). Sonegam o alto índice de vacinação deste país-continente e escondem que temos um dos menores índices de queda do PIB no mundo.
Contra tudo isso, seguimos na construção de um país mais justo. 2022 é logo ali e vai comprovar que os brasileiros não toleram a tentativa de retorno de personagens claramente identificados com a corrupção que assolou o país por 14 anos.

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