dom, 11 de abril de 2021

Jornal A Plateia Digital - 03.04.2021

Última Edição

China faz aporte milionário em sindicatos brasileiros

Share on facebook
Share on twitter
Share on whatsapp
Desde a aprovação da reforma trabalhista, em 2017, o chamado imposto sindical deixou de ser obrigatório | Foto: Divulgação/Flickr

Partido Comunista informa que o dinheiro será destinado a políticas de enfrentamento da covid-19

Fórum das Centrais Sindicais do Brasil recebeu US$ 300 mil (R$ 1,7 milhão, na cotação atual) do Partido Comunista da China (PCC). A entidade nacional reúne CSB, CUT, Força Sindical, UGT, CTB e NCST. Conforme o governo estrangeiro, o dinheiro será destinado às ações de enfrentamento do surto de covid-19. O aporte internacional foi feito por meio da Federação dos Sindicatos da China, ligado ao PCC.

“Os sindicatos dos dois países insistiram em pôr a saúde e a segurança dos trabalhadores e dos povos em primeiro lugar, eliminando todos os tipos de ruído político e realizando ativamente a cooperação pragmática, o que serve como um exemplo da cooperação no combate à pandemia para o movimento sindical internacional”, informou Jiang Guangping, vice-presidente da organização asiática, em carta divulgada na segunda-feira 29.

De acordo com as entidades sindicais brasileiras, os recursos serão utilizados para fins de assistência social, como a compra de cestas básicas.

ATUAÇÃO DOS SINDICATOS

Reportagens da Revista Oeste mostraram as mais recentes ações dos sindicatos brasileiros. Uma delas é apostar em campanhas publicitárias na grande mídia de modo a prejudicar iniciativas do governo federal. A CUT, por exemplo, investiu pesado em campanhas antiprivatização e, mais recentemente, contra a reforma administrativa.

RECURSOS ESCASSOS

Desde a aprovação da reforma trabalhista, em 2017, o chamado imposto sindical deixou de ser obrigatório. Um ano após a aprovação da medida pelo governo Michel Temer, as entidades perderam 90% da contribuição, que caiu de R$ 3,64 bilhões, em 2017, para R$ 500 milhões, em 2018. Em agosto de 2020, 3 milhões de pessoas tinham deixado de ser sindicalizadas.

 

Fonte: revistaoeste.com

Este site utiliza cookies para melhorar o desempenho e entregar uma melhor experiência de navegação para você, além de recomendar conteúdos do seu interesse.
Saiba mais em Política de Privacidade

ACEITAR
Aviso de cookies