Quebrando paradigmas – Eis a questão!

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Sempre fui meio “fora da casinha”. Para os conservadores, uma disfuncionada precisando de ajuda psicológica; para outros, adiante do meu tempo. A história está aí para quem quiser.

Outro dia ouvi de alguém que eu adoro, que sou sua vovó. Gente, é uma honra ser vovó daquele menino lindo, amável, adorável. Quantas pessoas passam para o outro plano sem conseguirem essa realização? E, olhem que ele não é nada meu! Mas, na minha ideia, quando ele falou vovó, me veio à mente aquela mulher velha, encurvada, de cabelos brancos, arrastando os chinelos, vestido preto comprido, carregando uma bengala para poder locomover-se. Não sou assim. Meus cabelos brancos são tingidos faz tempo, kkk. Não uso bengalas porque me exercito, semanalmente, conforme assim exigem os tempos atuais. Não é esta a visão da realidade vendida? Que devemos nos alimentar saudavelmente, nos exercitar e ir em busca da juventude perdida? 

Bom, e quando chegamos na terceira idade devemos fazer o que com nossas expectativas? Ah, verdade, sempre podemos nos sentar em um sofá, pensar na catarata, no que devíamos ter feito e não fizemos, tricotar, ver o telecine, falar de nossos antepassados para não perder nossas memórias e lembranças. Pros quintos…

Eu continuo estudando, me atualizando, me exercitando, fazendo massagem, cuidando do meu corpo que herdou algumas mazelas familiares tipo varicoses, estrias, gorduras localizadas e outros bichos más, sem falar não cretina da gravidade. Nunca mais vou ser jovem ou a mesma. Claro que não!!! Mas, não vou me entregar sem lutar.

Quando vejo tantas pessoas jovens tomando remédio para ansiedade, para dormir, para não engordar, para a pressão alta ou baixa, para … sei lá para quantas coisas, e, eu, uma privilegiada que o único remédio que tomo é colágeno para tentar ajudar a retardar (o que duvido que consiga – tempo é o tempo – ou te juntas a ele ou enlouqueces – rsrsrs) o aumento das minhas pelancas e deixar minhas unhas como as da minha queridíssima amiga e colega Bruna Sampaio que são, realmente, um modelo de unhas. Não estou querendo dizer que sou uma supermulher. Capaz! Longe disto. Às vezes, meu corpo se rebela e estoura me mostrando que estou abusando.

Pois é, sonhar não custa e é uma das poucas coisas, nos tempos atuais, que nos leva adiante. Quem duvida que logo, logo eu não invente uma outra loucura e coloque minha casa nas costas, feito caracol, e não saia por aí, buscando novos ares? Afinal, recomeçar é comigo mesma!

 

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