Com 110 anos de história, Cotribá inicia atividades em Sant’Ana do Livramento

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Em uma reunião de negócios e almoço festivo, o presidente da cooperativa apresentou os planos de expansão para a região.

Crescimento e expansão territorial fazem cada vez mais parte do cotidiano dos cooperados da Cooperativo Agrícola de Ibirubá. Fundada há mais de cem anos, a Cotribá movimenta a economia de Ibirubá-RS, região e outros municípios do estado. Com um armazém em Rosário do Sul, Arroio Grande e Jaguarão, a cooperativa virou sinônimo de expansão. No dia 26 de dezembro de 2019, mais duas unidades foram alugadas, uma em Ibirubá e outra em Sant’Ana do Livramento, há 427 km de Ibirubá.
Na manhã dessa sexta-feira (6), a diretoria da entidade reuniu produtores, associados, e representantes do mercado agrícola na sede da cooperativa em Livramento que fica localizada às margens da BR 158 para apresentar seu plano de negócios. Durante o evento, o presidente da Cotribá, Celso Leomar Krug, falou aos convidados e apresentou um breve histórico das atividades da cooperativa que possui mais de 100 anos de atuação. Para ele, o momento é de comemorar o início das atividades na fronteira com o Uruguai, onde a pretensão nos próximos anos é de contribuir para o desenvolver das atividades agrícolas em parceria com os produtores.
Segundo o presidente Celso, a ideia é expandir os negócios pelo estado, e dar uma assistência melhor aos cooperados que deixam os grãos armazenados de um ano para o outro, o chamado ‘desfalque de passagem’. “Temos que ter um espaço para ajudar o produtor, fizemos uma negociação de alto nível com as cereais Werlang. Essa negociação veio em boa hora, vamos trabalhar com muita seriedade, expandindo e recebendo mais produtos na nossa cooperativa”.
A riqueza de espaços abertos em regiões da fronteira, que são propensas a desenvolver a cultura de soja, e a diminuição dos gastos com fretes, são alguns dos fatores que motivam a expansão da Cotribá em outras regiões. Segundo o presidente, a ideia é trabalhar de uma forma tranquila, que não precise ter o trabalho de transportar a soja durante a colheita, o que gera mais gastos. Armazenar os grãos, e na chamada ‘entressafra’ iniciar o transporte ao porto de Rio Grande, é uma forma de trabalho positiva.
Em 2019, o faturamento da cooperativa chegou a 1 bilhão e 300 milhões de reais, o objetivo neste ano, segundo o presidente Celso é, além de manter esse faturamento para mais, aumentar o número de associados, estender o projeto da agricultura familiar e diversificar as atividades.

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