Assinada ordem de início das obras da Cadeia Pública de Alegrete

PORTO ALEGRE, RS, BRASIL 13.12.2018: O governador José Ivo Sartori assinou, nesta quinta-feira (13), a ordem de serviço para o início das obras da Cadeia Pública de Alegrete. A nova unidade prisional é uma das ações oficializadas no evento realizado no Pa
“Estado buscou soluções diferenciadas para questão prisional e se mobilizou para garantir recursos estratégicos”, disse Sartori
O governador José Ivo Sartori assinou, nesta quinta-feira (13), a ordem de serviço para o início das obras da Cadeia Pública de Alegrete. A nova unidade prisional é uma das ações oficializadas no evento realizado no Palácio Piratini, junto a anúncios nas áreas da Educação, Obras e Planejamento, Governança e Gestão.

Localizada no 5º Distrito de Alegrete, a casa prisional tem 286 vagas em regime fechado e representa um investimento de R$ 16,2 milhões – R$ 12,9 milhões oriundos do governo federal e R$ 3,3 milhões de contrapartida do Estado. “Trata-se de uma obra importante não somente para a comunidade e sua região, mas para todo o Rio Grande do Sul. Mesmo diante de grandes dificuldades financeiras, o governo do Estado buscou soluções diferenciadas para a questão prisional e se mobilizou para a garantia de recursos estratégicos”, afirmou Sartori.

A liberação dos recursos pela Caixa Econômica Federal era aguardada há um ano pela Secretaria da Segurança Pública (SSP). O processo teve continuidade após a resolução de impasses como a correção da planilha orçamentária, a inclusão da compra de um gerador de energia elétrica para a estrutura e a definição da execução do acesso ao presídio.

O secretário da Segurança Pública, Cezar Schirmer, destacou a criação de mais de 4 mil vagas no atual governo, entre reformas, ampliações, abertura de unidades ou construção de novas casas prisionais. Para Schirmer, reestruturar o sistema prisional é investir no elo fraco do aparato da Segurança Pública.

“Assumimos o governo com 29 mil detentos e hoje temos cerca de 48 mil. Um presídio não pode ser apenas um ambiente degradado, onde presos são jogados e lá esquecidos. É necessário que o poder público ofereça condições para a ressocialização. Dessa forma, estaremos combatendo a reincidência, um dos principais problemas que enfrentamos na atualidade”, assegurou.

Postado por Matias Moura

Grupo Aplateia