Amsterklas trata da Água Termal em escolas

No contexto de sua preocupação em tratar de sustentabilidade, o Complexo Termal Amsterland iniciou na quinta-feira o projeto AmsterKlas, no qual tem como abordagem principal a água termal. Esta é a primeira iniciativa dentre outras previstas pela Direção do Complexo para a área de educação socioambiental junto à comunidade fronteiriça. Liderado por Patrícia Barros, vice-presidente e diretora de Relações Públicas & Comunicação do empreendimento, a ação começou pela escola Instituto Livramento.
Nesta instituição de ensino o projeto se desenvolve até junho; alunos e alunas até o 7º ano serão contemplados no colégio Anglicano. Na quinta e sexta-feira as ações se desenvolveram com estudantes do 3º ano. Nas duas últimas semanas de maio serão contemplados o 4º e 5º anos. Na primeira quinzena de junho o 6º e o 7º anos.
Outras escolas da Fronteira serão contempladas com a iniciativa. Patrícia Barros, que esteve na abertura dos trabalhos quinta-feira, sinaliza que a proposta é apenas o princípio de outras ações na área da sustentabilidade: “Sem dúvida que este é apenas o começo. Importante porque antes mesmo da abertura do Parque já estamos desenvolvendo ações nesta tão vital área que é a da sustentabilidade.
As crianças, como multiplicadoras de ideias, podem colaborar muito, não apenas no comportamento, como também pela passagem da mensagem adiante, por exemplo, a respeito do uso racional dos recursos naturais disponíveis, como a água”, enfatiza. Karine Severo, gestora ambiental de Amsterland, quem conduz as apresentações aos estudantes, fala a respeito da receptividade dos alunos e alunas nesse começo de AmsterKlas: “Os estudantes estão sendo mais que receptivos, na verdade, muito participativos. Perguntam bastante e respondem com ênfase quando são questionados.
O saldo inicial está além do esperado, esperamos que continue assim”, diz Karine. Ao final dos encontros os estudantes ganham lápis semente, que ao final de seu uso pode ser plantado a menos de 2 cm da superfície em terra fértil. A árvore é a Embaúba, original da mata atlântica.

Crianças com o lápis semente recebido

Grupo Aplateia

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